literafro novidades n. 47, junho 2022

 

Chegamos ao número 47 com mais uma avalanche de publicações femininas no ensaio, na ficção e no memorialismo, a começar pela mais recente e completa biografia de Maria Firmina dos Reis, fruto do dedicado trabalho do pesquisador Agenor Gomes. A ele se segue o aguardado estudo de Leda Martins sobre o “tempo espiralar”, as reflexões de Florentina Souza sobre a produção literária afro-brasileira, e, logo em seguida, o novo romance da celebrada Eliana Alves Cruz, a ficção afro-futurista de Sandra Menezes, a reunião de biografias produzida pelo Coletivo Narrativas Negras, o memorialismo de Clarice Fortunato e a prosa instigante de Michel Yakini. Boa leitura!

 

 

Agenor Gomes

Pesquisador incansável, após longos anos de perquirições em arquivos oficiais e acervos os mais diversos, Agenor Gomes traz a público Maria Firmina dos Reis e o cotidiano da escravidão no Brasil – a mais completa biografia da escritora maranhense até agora produzida, na qual dúvidas e imperdoáveis equívocos são desvendados em definitivo. O novo livro recebe as precisas considerações de Rafael Balseiro Zin, igualmente devotado à obra de nossa primeira romancista.

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Leda Maria Martins

Estudiosos das poéticas corporais, bem como da cultura banto-católica vibrante em nosso país, contam com mais um valioso instrumento teórico analítico produzido por Leda Maria Martins, reconhecida nacionalmente por suas pesquisas na área. Performances do tempo espiralar – poéticas do corpo-tela se debruça sobre as sofisticadas expressões de matriz africana presentes entre nós e motiva as reflexões da pesquisadora Giovanna Soalheiro

 

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Florentina da Silva Souza

A literatura de autoria negra ganha fôlego cada vez maior tanto em termos de produção quanto de recepção crítica. Em seu já imprescindível Olhares sobre a literatura afro-brasileira, em que aborda a produção nacional e afrodiaspórica, bem como as leituras de brasilianistas, Florentina da Silva Souza nos apresenta um substancioso conjunto analítico sobre a questão, que nos é apresentado pela pesquisadora Maria Nazareth Fonseca.

 

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Eliana Alves Cruz

Autora reconhecida e aplaudida desde sua estreia na ficção, Eliana Alves Cruz presenteia seus leitores com sua mais nova – e contundente – narrativa. Solitária percorre numa linguagem surpreendente o cotidiano de uma empregada doméstica confinada entre as paredes estreitas de um universo opressivo e desafiador. Como os anteriores, o novo romance consegue sequestrar nossa atenção e instiga as observações pertinentes da pesquisadora Elizângela Fialho

 

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Sandra Menezes

Cronista, contista e dramaturga com presença marcante em antologias e espetáculos, Sandra Menezes faz sua estreia no romance através da narrativa afro-futurista O céu entre mundos, em que resgata a herança ancestral africana e a projeta num futuro pleno de surpresas. A instigante narrativa motiva as considerações da pesquisadora Sílvia Barros.

 

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Coletivo Narrativas Negras

A luta contra o memoricídio e o epistemicídio, sobretudo no tocante à participação feminina, é uma constante entre a intelectualidade afro-diáspora. Exemplo vivo deste trabalho se concretiza no volume Narrativas negras – biografias ilustradas de mulheres pretas brasileiras. Voltada para jovens leitoras e leitores, a antologia organizada pelo Coletivo Narrativas Negras é exemplo deste esforço de resgate de memórias subterrâneas. Nossa newsletter reproduz o prefácio da Pesquisadora Cátia Maringolo.

 

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Clarice Fortunato

O testemunho e a escrita de si marcam forte presença na cena literária contemporânea, em função sobretudo da emergência das falas das margens do tecido social. É este precisamente o caso de Clarice Fortunato, ex-moradora de rua, hoje doutora em Letras pela UFSC. Livro de estreia, Da vida nas ruas ao teto dos livros empolga não apenas por se tratar de um relato vivo do país em que vivemos, além de um caso específico de superação. O livro de memórias é aqui apresentado pela pesquisadora Simone Pereira Schmidt.

 

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Michel Yakini-Iman 

Poeta e prosador conhecido por seus versos e crônicas, Michel Yakini-Iman está de volta com as narrativas reunidas no volume Na medula do verbo. São textos em que sobressai a construção apurada, cativante e voltada para um mergulho crítico para a paisagem urbana que os faz brotar, na qual se vislumbram perfis e estórias difíceis de apagar da memória. O livro recebe as reflexões do também cronista Jean Sousa Brito.

 

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literafro novidades n. 46, março 2022

 

Nossa newsletter do primeiro trimestre deste ano vai da ficção ao ensaio crítico e historiográfico, passando pela poesia afro-brasileira de autoria feminina. E mais uma vez, está presente Edimilson de Almeida Pereira, com seu instigante Um corpo à deriva, romance em que a voz narrativa em primeira pessoa faz ecoar poderosas reflexões de caráter histórico, social e filosófico. Apresenta ainda a antologia Literatura negra femininapoemas de sobre(vivência), organizada por Elizandra Souza e Iara Aparecida; a tocante narrativa infantojuvenil A aventura do velho baobá, de Inaldete Pinheiro; os contos de Peixe fora da baía, de Mel Adún; os ensaios críticos de Luiz Maurício Azevedo reunidos em Estética e raça: ensaios sobre a literatura negra; e ainda o portentoso estudo historiográfico de Matheus Gato O massacre dos libertos sobre raça e República no Brasil (1888-1889).

Boa leitura!

   

 

  

 

Edimilson de Almeida Pereira

 

Autor prolífico, com dezenas de títulos publicados, e consagrado não apenas 
pela alta qualidade de sua poesia, pela densidade do pensamento crítico e de
sua pesquisa antropológica, Edimilson de Almeida Pereira trouxe a público em plena vigência da pandemia, nada menos do que três celebrados
romances, dois deles já resenhados pelo
literafro. Agora é a vez de Um corpo
à deriva
, apresentado pelos pesquisadores Anamaria Alves e Alen das Neves
Silva.

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Elizandra Souza, Iara Aparecida (Orgs.)

 

A produção poética afro-brasileira de autoria feminina se constitui num dos mais relevantes fenômenos editoriais da década em curso. Apenas em 2021 foram lançadas nada menos do que cinco coletâneas, totalizando mais de uma centena de novos talentos em busca de leituras atentas. É justamente o caso de Literatura negra feminina – poemas de sobre(vivência), organizado por Elizandra Souza e Iara Aparecida, objeto das considerações de Constância Lima Duarte.

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Mel Adún

 

Autora presente na cena literária afro-brasileira desde a década passada, com
presença marcante em várias edições dos
Cadernos Negros, Mel Adún lança
seu quarto trabalho individual –
Peixe fora da baía – logo após a publicação dos dois volumes da antologia Quilobellas, coorganizada por ela. O livro apresenta narrativas curtas de forte intensidade, sem, todavia, perder a dicção poética que caracteriza seus trabalhos anteriores em prosa. Os contos de Adún recebem as considerações da pesquisadora Elizângela Fialho.

 

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Inaldete Pinheiro da Andrade

 

Uma das mais destacadas autoras da literatura infantil e juvenil contemporânea, Inaldete Pinheiro de Andrade retoma o topos do baobá, que tanto encantou seus leitores mirins e jovens em processo de letramento literário. Uma aventura do velho baobá traz o universo da cultura afro-brasileira simbolizada pela portentosa árvore-ícone de nossa ancestralidade. Ricamente ilustrado, o volume é resenhado pelos pesquisadores Gustavo Tanus e Eliéverton dos Santos.


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Luiz Maurício Azevedo

 

A crítica literária afro-brasileira tem crescido em proporção semelhante ao
incremento das publicações contemporâneas em todas as regiões do país.
Em
Estética e raça, coletânea de ensaios de perspectiva comparatista, o
professor, editor e crítico gaúcho
Luiz Maurício Azevedo se debruça sobre
essa produção, não se furtando ao confronto com obras da literatura
canonizada. O livro motiva as considerações da pesquisadora Giovanna
Pinheiro.

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Matheus Gato

 

Apesar dos mitos envolvendo o pacifismo e a cordialidade que nos seria
inerente enquanto povo, a história brasileira é permeada de episódios
sangrentos, marcados pela barbárie mais cruel. É o caso dos episódios
vividos no Maranhão após a proclamação da República e estudados por
Matheus Gato em seu imprescindível O massacre dos libertos: sobre raça e
República no Brasil
(1888-1889), no qual desvenda as práticas racistas
herdadas da escravatura. O
literafro reproduz a apresentação do
pesquisador Antônio Sérgio Guimarães.

 

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literafro novidades n. 44, setembro 2021

 

Nesta edição de primavera, nossa newsletter traz importantes novidades em termos de poesia, ficção e memorialismo, com a presença de nomes de relevo, tanto na produção quanto na crítica dos lançamentos. A começar por Carolina Maria de Jesus, agora reeditada em texto integral; e ainda: a coletânea Quilombellas amefricanas, com dois volumes destinados à poesia de autoras negras, brasileiras e da diáspora; o novo livro de contos de Itamar Vieira Junior; a poesia vibrante de Sérgio Ballouk; o instigante trabalho poético-crítico de Eliane Marques; e ainda o criativo diálogo entre a short story e o texto teatral presente no novo trabalho de Elísio Lopes Jr. Boa leitura!

  

 

Carolina Maria de Jesus 

 

Referência viva para a produção afro-brasileira contemporânea, a obra da 
autora ganha novas edições, a começar pelo memorialismo de
Casa de Alvenaria, republicado agora em dois volumes: Osasco e Santana. Fruto de trabalho coordenado por Conceição Evaristo, a nova edição conserva a integralidade dos diários, com centenas de páginas reveladoras da vida da autora após deixar a favela. Os novos textos motivam a leitura arguta da pesquisadora Aline Arruda.
                                                  

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                                                                                              Adún, Santiago, Santos (Org.) 

A tradição da literatura negra ocidental é um fato histórico centenário.Organizados pelas pesquisadoras e escritoras Ana Rita Santiago, Claudia Santos e Mel Adún, os dois volumes de Quilombelas amefricanas reúnem
exemplos vivos da poesia negra e feminina dos dois lados do Atlântico. Etrazem nomes de relevo de várias gerações. O primoroso trabalho de
recolha nos é apresentado pelas pesquisadoras Assunção Silva (vol. 1) eNazareth Fonseca (vol. 2).


 Leia Mais (vol. 1) Leia Mais (vol. 2)                                                  

 

 

 

 

 

 

Itamar Vieira Junior


Autor consagrado pela crítica, com inúmeras premiações e inegável sucesso de público, Itamar Vieira Junior brinda leitoras e leitores com os contos reunidos em Doramar ou a odisseia. Objeto das as reflexões do 
pesquisador Wander Melo Miranda, o livro traz histórias tocantes e bem orquestradas, em que desponta o avesso de uma realidade ainda marcada pelas heranças do passado escravocrata.


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Sérgio Ballouk

 

Conhecido por suas participações na série Cadernos Negros, bem como por experiências anteriores no contoe na narrativa infantojuvenil, Sérgio Ballouk retoma seu trajeto poético iniciado em 2011 com o impactante
Enquanto o tambor não chama e nos apresenta seu novo Recital de pedra, reunião primorosa de sua melhor
poesia, com prefácio da escritora Miriam Alves.


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Eliane Marques

 

Autora conhecida pelo esmero construtivo com que trabalha a linguagem de sua poesia, além do incessante apelo crítico próprio à tradição moderna, Eliane Marques presenteia o público com seu mais novo trabalho, 
Poço das Marianas
, que surge em edição bilingue português-espanhol, e acompanhado de um volume de recepção crítica com artigos assinados por leitores do mais alto gabarito. Os poemas motivam a leitura 
arguta da pesquisadora Giovanna Soalheiro Pinheiro.

 


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Elisio Lopes Jr. 


Roteirista
, dramaturgo e diretor artístico, com atuação em teatro, televisão e cinema, Elisio Lopes Jr. dásequência a suas publicações anteriores – Carne fraca e Trilogia da noite – com o instigante trabalho deconstrução narrativa apresentado em Monocontos, histórias em que o leitor se vê enredado como que diantede um palco. Nossa newsletter reproduz o belo prefácio assinado pelo escritor Paulo Lins.


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Este número é dedicado ao poeta, pesquisador, ensaísta e agora também ficcionista Edimilson de Almeida Pereira, que estreia na prosa conquistando reconhecimento internacional, com seus romances Front – Prêmio São Paulo de Literatura; e O ausente – Prêmio Oceanos, 2021. Front está resenhado em nosso número 43, disponível no literafro, e O ausente neste de agora. Trazemos ainda, a nova edição de O carro do êxito, de Oswaldo de Camargo; a edição atualizada do clássico Afrografias da memória, de Leda Martins; o importante resgate de Astolfo Marques, com seu O Treze de Maio e outras estórias do pós-Abolição; e ainda as coletâneas Contos de Axé, organizada por Marcelo Moutinho, e Poetas negras brasileiras, por Jarid Arraes. Boa leitura!

  

 

Edimilson de Almeida Pereira

Poeta e ensaísta consagrado, com mais de cinquenta livros publicados, aí inclusas traduções e coautorias, Edimilson de Almeida Pereira figura como autor mais celebrado do ano ao realizar a façanha de conquistar dois importantes prêmios literários com sua estreia na narrativa de ficção. Seu romance O ausente traz na linguagem a marca do poeta e pensador e recebe as considerações do crítico Adélcio Cruz.

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Leda Maria Martins

Teatróloga, poeta, ensaísta e pesquisadora incansável das manifestações culturais afro-brasileiras, em especial as de matriz banto existentes em Minas Gerais, Leda Maria Martins apresenta uma edição revista e atualizada de seu já clássico Afrografias da memória, ensaio voltado para a atenta perquirição do rico legado ancestral com o qual convive em seu cotidiano. O volume recebe os apontamentos da pesquisadora Giovanna S. Pinheiro.

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Oswaldo de Camargo

Decano da literatura afro-brasileira, o poeta, ficcionista, ensaísta e crítico Oswaldo de Camargo está de volta mais uma vez, agora por uma grande editora, por onde deverá sair sua obra completa. Essa nova etapa se inicia com a reedição de O carro do êxito, que traz ilustrações de Marcelo D’Salete e um belo estudo do crítico Mário Augusto Medeiros. Os contos do autor são aqui apresentados pela pesquisadora Érica Souza.

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Marcelo Moutinho (Org.)

A mitologia oriunda das religiões de matriz africana ocupa as páginas desta vigorosa coletânea Contos de Axé – 18 estórias inspiradas nos arquétipos dos orixás, que traz o cotidiano vivido nas nossas esquinas e quebradas através de narrativas assinadas por nomes de relevo da literatura afro-brasileira, a exemplo de Nei Lopes, Miriam Alves, Edimilson de Almeida Pereira, Eliana A. Cruz, Jeferson Tenório e muitos mais. A antologia nos é apresentada pelo pesquisador Alen das Neves.

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Astolfo Marques

Intelectual negro maranhense precocemente falecido, Astolfo Marques narra com maestria os primeiros anos da República nos contos reunidos por Matheus Gato em O Treze de Maio e outras estórias do pós-Abolição. O volume resgata o talento do ficcionista ao abordar a presença dos ecos da escravidão na memória e no cotidiano das vítimas sem, contudo, perder a leveza e o humor dos grandes mestres da ficção. O volume suscita as reflexões do escritor Paulo Lins, no prefácio aqui reproduzido.

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Jarid Arraes (Org.)

A crescente presença feminina na literatura afro-brasileira é fato incontestável, que a coletânea Poetas negras brasileiras só faz confirmar. A seu lado, perfilam pelo menos quatro outras antologias lançadas em 2021, totalizando mais de uma centena de autoras, em especial no campo da poesia. No presente volume, objeto das considerações da pesquisadora Patrícia Anunciada, estão presentes nada menos que setenta e três autoras, a maioria talentosas estreantes que apontam para o necessário equilíbrio de gênero em nossas letras.

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Com circulação ininterrupta desde 2013, nosso informativo chega ao número 43 apresentando grandes lançamentos nas áreas da ficção, da poesia, do memorialismo e dos estudos literários. A começar pela histórica edição de 2020 dos Cadernos Negros, com número recorde de quase 500 páginas de poemas escritos por 65 participantes, sendo 26 autores e 39 autoras. Destaca ainda: a coletânea Carolinas, oriunda da FLUP – Festa Literária das Periferias, apresentando centenas de escritoras negras de todo o país, outro recorde; a Enciclopédia negra, que resgata inúmeras personalidades da história brasileira, em sua grande maioria vítimas do memoricídio; Antonieta de Barros, contemplada com denso estudo de vida e obra; a poesia de Paulo Dutra, semifinalista do Prêmio Oceanos 2020; a poderosa ficção de Adriano Moura; e ainda o denso estudo de Heleine de Souza A poesia negra-feminina. Boa leitura!

 

 

Cadernos Negros 43

 

Simplesmente histórico. Ao completar em 2020 43 anos de publicação anual ininterrupta, a série Cadernos Negros brinda seus leitores com uma densa coletânea poética reunindo várias gerações, formas e estilos distintos e, pela primeira vez em sua história, uma esmagadora maioria feminina. O precioso volume é alvo da leitura atenta da pesquisadora Giovanna Soalheiro Pinheiro.

 
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Júlio Ludemir

(Org.) 

Produtor cultural incansável e idealizador da FLUP – Festa literária das periferias, Júlio Ludemir é responsável pela organização da coletânea Carolinas – A nova geração de escritoras negras brasileiras, portentoso volume de 549 páginas com textos em prosa e poesia que têm em comum o lugar de fala que dialoga a todo instante com a escrevivência que marca a escrita de Carolina Maria de Jesus. Neste número, reproduzimos a apresentação assinada pela pesquisadora Fernanda Miranda.

 

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 Gomes, Lauriano, Schwarcz

 

Fiéis ao espírito humanista de fé na razão e no conhecimento que marca a tradição moderna oriunda do século XVIII e empenhados em resgatar do esquecimento figuras de relevo na história da presença negra na sociedade e na cultura brasileiras, Flávio S. Gomes, Jaime Lauriano e Lilia M. Schwarcz trazem a público um importante instrumento de resgate e de combate ao memoricídio que se abate sobre a intelectualidade afro-brasileira: a Enciclopédia negra, valioso arquivo de vidas e obras dedicadas a nosso crescimento enquanto população marcada pela diversidade. A obra é contemplada com as apreciações do escritor Itamar Vieira Junior.

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Jeruse Romão

 

Professora, escritora, jornalista e primeira deputada negra da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Antonieta de Barros é conhecida pelo empenho político em prol da igualdade racial, que atravessa toda a sua intensa trajetória de educadora e militante. O presente volume, mais do que uma biografia, nos presenteia com uma visão densa e enriquecedora empreendida pela pesquisadora Jeruse Romão. Nosso informativo reproduz a apresentação da professora Azânia Nogueira.

 

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Paulo Dutra

 

Ficcionista, autor do volume de contos Aversão oficial: resumida, além de crítico literário e professor com atuação internacional, Paulo Dutra estreia na poesia com a publicação do volume Abliterações, semifinalista do prestigiado Prêmio Oceanos, de 2020. Os poemas chamam a atenção pela intensidade com que enredam a atenção dos leitores e são tema da resenha do pesquisador Luís Henrique Oliveira.

 

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    Adriano Moura

 

Poeta, ficcionista, teatrólogo, crítico e educador, Adriano Moura chega à sua nona publicação com os escritos de Invisíveis: contundente volume de contos em que mergulha na aridez do cotidiano de pobreza e discriminação que acomete em especial figuras humanas relegadas ao abandono e à insensibilidade dos cidadãos e cidadãs melhor alocados na pirâmide social. Ficção que remete a acontecimentos tão atuais quanto distópicos, Invisíveis motiva as considerações da pesquisadora Érica Vasco.

 

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Heleine Fernandes de Souza

 

O que pode haver em comum nos escritos poéticos de Conceição Evaristo, Lívia Natália e Tatiana Nascimento? Ou por outro, lado, o que as diferencia e constrói sua identidade como poetas de seu tempo e de seu país? Essas e outras questões de urgente relevância são examinadas com afinco e sensibilidade crítica em A poesia negra-feminina, volume ensaístico recém-lançado por Heleine Fernandes de Souza, apresentado ao público leitor pela pesquisadora Maria do Rosário Alves Pereira.

 

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