CORONAVÍRUS

Imagem: Tecmundo

 


 

 Comitê Local de Enfrentamento ao Coronavírus da Faculdade de Letras

  • Prof. Dr. Georg Otte (coordenador)
  • Prof.ª Drª Heloísa Maria Moraes Moreira Penna 
  • Prof. Dr. Lorenzo Teixeira Vitral  
  • Ernandes Rodrigo Norberto - TAE
  • Paula Mariela de Castro Sollero - TAE
  • Sandra Rinco Dutra - TAE
  • Iuri Rodrigues Silva - Graduação
  • Gabriel Caixeta de Paula Müller - Pós-graduação

 

Protocolos de Biossegurança para retorno das atividades presenciais e orientações de conduta em casos de sintomas gripais-Covid

 

MonitoraCovid UFMG 

 

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(03/06/2022)

 

UFMG atualiza plano de retorno e mantém ênfase nos cuidados contra a covid-19

Foi retirada a recomendação de que atividades de uma turma ou setor sejam suspensas quando há pessoas com a doença

 

plano de retorno às atividades presenciais na UFMG está publicado com atualizações e mantém a ênfase nos cuidados contra a disseminação da covid-19. A premissa é de que a pandemia continua, e a recomendação é para que as pessoas da comunidade sigam usando máscaras nos espaços abertos e fechados, atentos a sintomas da doença e às orientações do sistema MonitoraCovid e evitem aglomerações.

A nova versão do plano, que é avaliado e atualizado pelo Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, elimina a indicação de que atividades acadêmicas e administrativas presenciais sejam suspensas quando houver pessoas infectadas na turma ou no setor. Segundo a professora Cristina Alvim, coordenadora do Comitê, a medida se mostrou inviável, em virtude da dinâmica de organização das aulas e do trabalho na Universidade, com movimentação de estudantes e servidores entre grupos e ambientes diferentes.

“A alta cobertura vacinal – no Brasil, em Minas Gerais, em Belo Horizonte e na UFMG –, o uso obrigatório de máscaras e o monitoramento com isolamento de casos confirmados nos nossos campi tornam a suspensão de atividades uma providência com pouca efetividade, que não compensa os danos ao andamento do semestre letivo e ao funcionamento pleno da UFMG”, afirma Cristina Alvim. Ela enfatiza que permanece a recomendação de afastamento em caso de sintomas, até que se consulte o TeleCovid ou outro serviço médico. Se o resultado do exame for positivo, a pessoa deve se isolar por dez dias. Há orientações também para resultado negativo e contato domiciliar com pessoas infectadas, entre outras situações.

 

Capacidade plena
O plano de retorno presencial atualizado prevê, para o segundo semestre letivo deste ano, a possibilidade de utilização plena da capacidade dos espaços. O Comitê considerou fundamental antecipar essa informação porque já é hora de definição da oferta de disciplinas para o próximo período de aulas, que terá início em setembro. De novo, a medida é baseada na certeza da utilização de máscaras de boa qualidade por todos os membros da comunidade e na orientação de manter os espaços arejados. Relatório da Andifes sobre a experiência das universidades federais atesta que o distanciamento entre as pessoas pode ser reduzido se forem observadas as outras medidas de prevenção. 

A versão recém-publicada do documento contém análise da situação atual da pandemia. Novos gráficos mostram, por exemplo, informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) – a tendência mundial, segundo os dados da entidade, é de redução de casos e óbitos –, e da Fiocruz, que dão conta de que os casos de síndrome respiratória aguda grave aumentaram, mas não em níveis alarmantes, como em 2021; metade deles é causada pelo coronavírus. Belo Horizonte registra, de acordo com a Prefeitura, redução de cerca de 600 novos casos por 100 mil habitantes, em março, para menos de 80, em maio.

“Embora haja oscilações na incidência de casos em decorrência da flexibilização nas cidades, a situação está melhor quando comparamos com o que observamos no ano passado e no pico do surto da variante ômicron, no início deste ano”, afirma Cristina Alvim. “Isso se deve à imunização da população e ao fato de que não surgiram novas variantes de preocupação do Sars-CoV-2.

Para a vice-diretora da Faculdade de Medicina e coordenadora do Comitê de Enfrentamento, as recomendações continuam orientadas por respeito à segurança da comunidade acadêmica. “Prevalece entre nós a atitude de responsabilidade coletiva. É preciso continuar tomando os cuidados que têm papel efetivo comprovado na prevenção da contaminação. O uso obrigatório de máscaras é uma medida bem aceita e com alto índice de adesão por parte da comunidade da UFMG”, afirma Cristina Alvim.

Mais informações sobre o combate à pandemia na UFMG estão em www.ufmg.br/coronavirus

 

(Fonte: Notícias UFMG)


(26/05/2022)

 

O Comitê Local de Enfrentamento do Coronavírus monitora, diariamente, os casos de contaminação pelo vírus SARS-CoV-2 na Faculdade. Assim, informamos que houve um aumento de casos confirmados na FALE, de 27 na semana passada para 43, de acordo com os números de hoje.

Por esse motivo, pedimos para que toda a comunidade redobre os cuidados e dê especial atenção para os protocolos de biossegurança, acessíveis no site da Letras, principalmente no que diz respeito à parte “Conduta em casos de sintomas gripais-Covid”.

Quem esteve em contato com pessoas contaminadas e/ou estiver com qualquer sintoma deve acessar imediatamente a página do MonitoraCovid (sistema que visa identificar e acompanhar casos de Covid na comunidade acadêmica da UFMG), e seguir todas as orientações que a equipe do Telecovid do Hospital das Clínicas da UFMG recomendar.

A pandemia ainda não acabou, faça a sua parte!

 


(29/04/2022)

 

Uso de máscaras continua obrigatório nos espaços da UFMG, informa nota à comunidade

No documento, a reitora e o vice-reitor da Universidade explicam as razões da manutenção da obrigatoriedade, em face do atual quadro pandêmico

 

Nesta quarta-feira, 27 de abril, a UFMG enviou uma nota à comunidade informando que, apesar da “crescente pressão social pelo relaxamento das medidas preventivas” contra a covid-19, a Universidade, por ora, “mantém a obrigatoriedade do uso das máscaras em seus espaços”. Em seguida, a nota faz lembrar que “o uso de máscaras é uma estratégia de proteção coletiva importante e visa garantir a segurança de todas as pessoas”.

Como informa o texto, que é assinado pela reitora Sandra Regina Goulart Almeida e pelo vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, a manutenção do uso de máscaras é uma medida de prevenção consistente com a atual condição pandêmica da covid-19. A nota ressalta, nesse sentido, que a emergência sanitária vivida atualmente pelo Brasil e pelo mundo ainda é definida como uma pandemia e, portanto, deve ser tratada como tal.

A nota vem a público após o governo de Minas Gerais anunciar que, a partir de 1º de maio, no estado, as pessoas não precisarão mais usar máscaras em locais fechados. O anúncio foi feito pelo governador Romeu Zema por meio de seu perfil no Twitter. Nesta quinta-feira, 28, de igual modo, a Prefeitura de Belo Horizonte, cidade em que a UFMG mantém o seu maior campus, também publicou um decreto em que desobriga o uso de máscaras em locais fechados, mas mantendo a obrigatoriedade para o transporte coletivo, o transporte escolar e os estabelecimentos de saúde.

Na nota em que informa que manterá a obrigatoriedade do uso de máscaras em seus espaços “mesmo que outros espaços da cidade estejam adotando medidas mais flexíveis”, a UFMG destaca outras razões da decisão: “A avaliação do Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus é a de que ainda é prudente manter os cuidados para evitar a transmissão do vírus. O período de outono e inverno aumenta a circulação de diversos vírus respiratórios e ainda não sabemos como será o impacto dessa sazonalidade na capacidade do nosso sistema de saúde, exausto e sobrecarregado pelas consequências diretas e indiretas da pandemia.

A publicação também reitera “a determinação de que sejam evitadas quaisquer formas de aglomerações” nos espaços da Universidade e a recomendação do Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus para que se privilegie o uso de espaços abertos e bem ventilados. Além disso, o documento lembra que é necessário o afastamento das atividades presenciais em casos de sintomas de covid-19 e que o sistema MonitoraCovid continua em atividade e deve ser usado pelos integrantes da comunidade acadêmica, quando surgirem sintomas.

A íntegra da nota à comunidade pode ser lida aqui.

 

(Fonte: Notícias UFMG)

 


(28/03/2022)

 

UFMG retoma atividades presenciais, reforça e atualiza orientações de proteção contra a covid-19

O retorno ocorre em todas as áreas, e o plano tem alterações, que seguem novas recomendações do Comitê da UFMG.

 

Nesta segunda-feira, 28, a UFMG retoma integralmente as atividades presenciais em seus campi, em todas as áreas, com o início do primeiro semestre letivo de 2022. Ao mesmo tempo, passa a vigorar versão recém-atualizada do Plano de Retorno da Universidade, que continua em sua Etapa 3, aquela em que não há restrição com relação ao teto de ocupação dos espaços físicos. As salas de aula já estão configuradas de acordo com os protocolos que regem o retorno, o uso de máscaras continua obrigatório, tanto nos espaços internos quanto nos externos, e há novas recomendações sobre quarentena e suspensão de aulas, que geram benefícios à organização da logística das atividades acadêmicas e administrativas.

De acordo com o Comitê Permanente da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, a retomada integral das atividades nos campi é segura neste momento da pandemia em Minas Gerais e nas cidades que abrigam a UFMG (Belo Horizonte, Montes Claros e Tiradentes). “Temos atualizado as orientações com base em tudo que aprendemos nos últimos dois anos e considerando mudanças no cenário da pandemia, sobretudo a ampla cobertura vacinal no estado, nos municípios e na comunidade acadêmica”, afirma a coordenadora do Comitê, professora Cristina Alvim. Ela salienta que 98% da comunidade universitária está imunizada com pelo menos duas doses, segundo levantamento feito por meio do sistema MonitoraCovid.

Nesta semana, o Comitê Permanente atualizou as recomendações sobre monitoramento da circulação do vírus, com base nas publicações mais recentes da Fiocruz e do Center of Disease Control and Prevention (CDC), órgão máximo de prevenção e controle de doenças nos Estados Unidos. Foram reduzidos os tempos de quarentena de contatos e isolamento de pessoas assintomáticas, como está detalhado no quadro 1 do Plano.

A reitora Sandra Regina Goulart Almeida comenta a importância da retomada das aulas e de outras atividades nos campi de Belo Horizonte e Montes Claros, em condições de segurança para a saúde da comunidade. “Este é um momento muito especial para a UFMG. Enfrentamos a pandemia com coragem e muito trabalho, sem parar em nenhum momento, mantendo da melhor forma possível a Universidade em ação e contribuindo significativamente por meio de pesquisas e iniciativas de apoio aos setores mais vulneráveis da sociedade. Ao mesmo tempo, nos preparamos muito para o retorno presencial, que ocorreu aos poucos, desde agosto de 2020. Todas as ações contaram sempre com o respaldo fundamental do nosso comitê de especialistas, incansáveis no acompanhamento da pandemia e na produção de orientações”, afirma a reitora.

 

Novo protocolo
Segundo o protocolo anterior, cada caso de infecção confirmado em uma turma de graduação, por exemplo, provocava a suspensão das aulas daquele grupo por 14 dias. Novos achados e conhecimentos sobre transmissão e outras características da doença – já se sabe, entre outras coisas, que o vírus é transmitido de dois dias antes a três dias após o aparecimento dos sintomas – autorizam a atualização do protocolo. A partir de agora, as aulas serão suspensas por uma semana se aparecerem, numa mesma turma, três casos no prazo de até sete dias.

Outra recomendação incorporada ao plano de retorno diz respeito ao uso dos auditórios, que devem ser ocupados com um assento vazio entre cada dois ocupados. Se for inevitável manter ligado o ar-condicionado, é preciso garantir a troca de ar entre os ambientes interno e externo, com portas e janelas abertas, ou usar filtros de partículas de ar de alta eficiência. Todas as pessoas devem usar máscaras bem ajustadas, de preferência o modelo PFF2.

Cristina Alvim enfatiza que, como ainda é elevada a incidência de infecções – embora sejam baixas as taxas de hospitalização e óbitos –, é muito importante manter as medidas não farmacológicas que reduzem a transmissão do vírus. Máscaras deverão ser usadas durante todo o tempo de circulação nos campi, e os ambientes internos estão sendo organizados com vistas a fazer o ar circular e propiciar, sempre que possível, a distância de um metro entre as pessoas. Álcool em gel deve estar disponível. “Precisamos lembrar sempre que a vacina protege principalmente contra doença grave, internações e mortes, mas não impede 100% a infecção. Por isso, enquanto permanecer a situação de pandemia, o retorno presencial com segurança deve ser acompanhado pela combinação de medidas complementares à imunização”, diz a professora da Faculdade de Medicina, que assume em abril a vice-diretoria da Unidade.

 

Atenção constante
O comitê que orienta as ações da Universidade de proteção contra a covid-19 analisa permanentemente o quadro epidemiológico, ressalta o virologista Flávio da Fonseca, professor do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) e membro do colegiado. Ele lembra que as taxas de transmissão do vírus e de ocupação de leitos regulares e de UTI estão nos níveis mais baixos desde o início da pandemia. “A variante ômicron provocou aumento da infecção, mas não a doença grave. A vacinação, adotada por grande maioria da população, foi fundamental contra a ômicron”, afirma.

Fonseca explica que a avaliação que atesta a segurança para o retorno integral de estudantes, servidores e trabalhadores terceirizados aos campi não considera o quadro que se apresentava nos últimos dias, e sim análises feitas durante os últimos meses. “Trabalhamos com a evolução de indicadores e a verificação de tendências nos cenários geral e local da pandemia”, ele diz. “Essa atenção permanente nos dá também a tranquilidade de, quando for o caso, recomendar um passo atrás. Vamos adiante, mas podemos nos mobilizar rapidamente para retroceder, se for apropriado para a preservação da saúde da comunidade.”

 

Reforço na vacinação
O início do semestre letivo será marcado por estratégias de acolhimento, sinalização dos espaços e divulgação das medidas de proteção. Os integrantes da comunidade da UFMG serão incentivados a vacinar-se (iniciar ou completar o ciclo), e esse esforço inclui a implantação, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, de duas unidades de vacinação, uma no campus Pampulha e outra no campus Saúde. A operação dessas unidades será coordenada pela Escola de Enfermagem. Além de aplicar a vacina, as equipes darão informações sobre a imunização e outros temas relacionados à pandemia. A UFMG lançou campanha educativa de incentivo e esclarecimento sobre a vacinação. Comissão do Conselho Universitário analisa as ações para garantir a ampla vacinação da comunidade e avaliar a viabilidade de adoção do comprovante vacinal.

Os membros da comunidade são estimulados a informar sua situação vacinal no site MonitoraCovidUFMG, que reúne os dados sobre a covid-19 e possibilita o acompanhamento da evolução de casos na Universidade. Informações sobre as ações da UFMG de enfrentamento da pandemia estão disponíveis no site coronoavírus.       

 

(Fonte: Notícias UFMG)


 

(17/01/2022)

 

‘Devemos decidir como conviveremos com a covid-19 em 2022’, afirma Cristina Alvim

Em entrevista, a coordenadora do comitê de enfrentamento do coronavírus analisa o cenário epidemiológico deste início de ano e o avanço da UFMG à etapa 3 do seu plano de retorno

 

 

Desde março de 2020, a professora Cristina Alvim e os demais integrantes do Comitê da UFMG de Enfrentamento do Novo Coronavírus têm sido indagados sobre quando a vida voltará ao "normal". Quase dois anos depois, ainda não há resposta definitiva para essa pergunta, mas são fortes os indícios de que 2022 é o ano em que o mundo tomará consciência de que o novo coronavírus veio mesmo para ficar. “Devemos decidir como conviveremos com a covid-19, e isso não significa ignorá-la”, resume a professora, coordenadora do comitê e assessora da Reitoria para a área de saúde.

Apesar da recente explosão de casos provocada pela variante ômicron, mais transmissível, mas aparentemente menos letal, Cristina Alvim revela um otimismo cauteloso. “Para 2022, as perspectivas são boas no sentido de que aumentaremos nossas defesas contra a pandemia por meio de novas vacinas e medicamentos antivirais”, justifica ela, nesta entrevista ao Portal UFMG.

É nesse contexto que a UFMG ingressou, neste mês, na etapa 3 do seu Plano para o retorno presencial, que prevê a realização de atividades sem limite de teto de ocupação dos seus espaços físicos. Na entrevista, a coordenadora do comitê também descreve a lógica que moveu o trabalho de combate à pandemia na UFMG e as principais diretrizes que nortearam a elaboração do plano de retorno e de suas atualizações.

Em um cenário de vacinação avançada e de “descolamento entre incidência e gravidade” de casos de covid-19, ela explica que a ideia de retrocesso no plano de retorno (no sentido de volta de etapas) não é mais adequada ao atual cenário, mas prevê movimentos de idas e vindas, avanços e recuos, caracterizados por “suspensões temporárias de atividades presenciais em decorrência do monitoramento de casos”. No entanto, medidas preventivas, como uso de máscaras de boa qualidade, distanciamento, higienização e ventilação de ambientes, permanecerão no horizonte durante muito tempo.

Leia a seguir a íntegra da entrevista com a professora Cristina Alvim:

 

Como o comitê permanente apoia o planejamento do retorno presencial na UFMG?
Antes de tudo, é preciso refletir sobre o que feito até aqui. A pandemia exigiu a interrupção abrupta das atividades presenciais em março de 2020. Desde então, a pergunta que a comunidade e a sociedade nos fazem é: “quando iremos retornar ao normal?” Estamos entrando no terceiro ano da pandemia. Muito conhecimento foi produzido, e o plano de retorno teve de ser revisto e atualizado em vários momentos. Por exemplo, inicialmente recomendamos a medição de temperatura e o uso de tapetes sanitizantes nas portas de entrada dos edifícios, medidas que posteriormente se revelaram desnecessárias na prevenção da covid-19.

Em julho de 2020, a primeira versão do protocolo de biossegurança foi elaborada por grupos de trabalho formados por especialistas e contemplou três aspectos: biossegurança, reorganização dos espaços físicos e monitoramento para controle de surtos. Com o arrefecimento, a partir de setembro de 2020, da primeira onda de covid-19 no Brasil, a primeira versão do plano estabeleceu quatro etapas: etapa 0 (presencial apenas no caso de atividades essenciais para a manutenção da Universidade e de pesquisas relacionadas ao enfrentamento da pandemia), etapa 1 (presencial para as atividades não adaptáveis ao modo remoto, com teto de ocupação de 20%), etapa 2 (que previa a expansão das atividades presenciais para até 40% de ocupação) e etapa 3 (sem restrição de teto de ocupação).

 

Por que o plano foi estruturado em “etapas”?
A ideia de “etapas” considerou que o movimento de ampliação das atividades presenciais deveria ser gradual para possibilitar a adaptação dos espaços e das pessoas às medidas do protocolo de biossegurança e monitoramento.

Havia forte expectativa de retorno à normalidade em 2021, porém, em março e abril do ano passado, vivemos o momento mais trágico da pandemia no país. A UFMG retrocedeu à etapa 0 por dois meses. Retornamos à etapa 1 em maio de 2021. À época, o comitê avaliou que não era possível estimar quando iríamos retornar ao normal, mas era preciso propor parâmetros que permitissem o acompanhamento pela comunidade da progressão das etapas. Tendo como referência as propostas do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e da Fiocruz para reabertura de escolas e os indicadores epidemiológicos disponibilizados pelas cidades e pelo estado, o plano de retorno foi atualizado com parâmetros para avanço e retrocesso em cada etapa. A ideia principal era: não sabemos quando iremos retornar ao normal, mas propomos como retornar. Até então, a vacinação caminhava lenta e tensamente, avançando por grupos prioritários e atividades essenciais.

Em junho de 2021, a campanha de vacinação em Belo Horizonte priorizou os trabalhadores da educação. Dois meses depois, a vacinação contemplou toda a população acima de 18 anos. Em setembro de 2021, apesar da ameaça da variante delta que causou internações e mortes no Hemisfério Norte, avançamos para a etapa 2, com teto de 40% para possibilitar o ensino híbrido emergencial no segundo semestre letivo de 2021.

 

O que mudou nos parâmetros do Plano de retorno com o avanço da vacinação?
A ampla cobertura vacinal resultou em descolamento dos indicadores de incidência (casos) e gravidade (internações e óbitos). Após meses de tendência de queda significativa, a taxa de incidência se estabilizou em novembro e dezembro em torno de 40 a 50 novos casos por 100 mil habitantes a cada duas semanas. Além disso, era evidente que as cidades estavam com todos os espaços e setores em pleno funcionamento, sem nenhuma forma de restrição, exceto o uso obrigatório de máscaras. Constatamos que os parâmetros para avanço e retrocesso propostos em maio de 2021 não se adequavam mais ao novo cenário para a avaliação do nível de segurança sanitária. A possibilidade de atualização dos indicadores estava prevista no plano, já que a evolução do cenário epidemiológico e das medidas de controle da pandemia poderia mudar e trazer novas perspectivas ainda não formuladas.

O plano de retorno passou por reformulação com exclusão dos parâmetros quantitativos propostos na versão anterior e atualização dos itens de biossegurança, adequação dos espaços e monitoramento, que permanecem essenciais. Assim, o comitê permanente, junto com a Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário, indicou a possibilidade de avançar para a etapa 3, o que ocorreu em 16 de dezembro passado. Foi sinalizado no documento que diretrizes e recomendações mais detalhadas sobre o retorno presencial das atividades acadêmicas e administrativas seriam elaboradas pelas instâncias competentes, o que, de fato, ocorreu por meio de resolução aprovada pelo Cepe na semana passada e de ofício circular expedido pela Pró-reitoria de Recursos Humanos (PRORH).

Ao autorizar a etapa 3, a UFMG sinaliza que, em 2022, não há mais a restrição relativa ao teto de ocupação dos espaços para o planejamento e organização de suas atividades acadêmicas e administrativas. A retirada do teto visa possibilitar maior flexibilidade para as unidades se organizarem de acordo com suas necessidades e especificidades, o que tem sido um critério de condução do retorno presencial desde o início da pandemia.

 

Que análise o comitê permanente faz do cenário da covid-19 no início deste ano?
Apesar do alerta em relação à variante ômicron e a identificação de nova cepa de Influenza A H3N2 (Darwin), as comemorações e viagens de fim de ano aconteceram com relaxamento precoce das medidas preventivas, sem uso de máscaras e com muitas aglomerações, também denominadas de “eventos superespalhadores”. Isso sinaliza o quanto as pessoas estão esgotadas emocionalmente e com necessidade de retomar a vida em sua plenitude.

Infelizmente, vivenciamos, em janeiro, uma explosão de casos de síndrome gripal e de covid-19 que novamente nos coloca em alerta, com necessidade de reforçar as medidas preventivas com uso de máscaras adequadas, evitar as aglomerações e os espaços fechados com climatização artificial, investir em monitoramento com testagem, isolamento e quarentena e, principalmente, estimular a vacinação com a dose de reforço, liberada para trabalhadores da educação na primeira semana de janeiro.

A rápida transmissão da variante ômicron resultou em um “tsunami” de casos, com aumento do número de reinfecções. A boa notícia, como muito bem explicado em recente editorial da Nature, é que seus surtos estão associados a formas menos graves em adultos do que as variantes anteriores do Sars-CoV-2, seja pela imunidade vacinal ou natural, seja por fatores biológicos em investigação, como menor replicação do vírus em tecido pulmonar. A menor gravidade, entretanto, não nos autoriza a relaxar as medidas preventivas, porque sabemos que, com altas taxas de infecção, o que é raro aparece.

Casos leves também sobrecarregam os profissionais e os serviços de saúde, em especial os prontos-atendimentos e as unidades básicas. Já observamos muitos afastamentos entre os profissionais de saúde, em um período tradicionalmente impactado pelas férias. Isso tem dificultado o atendimento da demanda excessiva, gerando filas e atrasos. A população precisa ser sensibilizada e orientada para contribuir com a redução dessa demanda.

 

Como o comitê pretende acompanhar o cenário epidemiológico e assistencial em 2022? Há risco de retrocesso no plano de retorno?
A análise do cenário epidemiológico e assistencial está sendo conduzida pelo comitê permanente com a atenção e responsabilidade de sempre, porém reconhecemos que se tornou mais complexa e não pode ser baseada apenas na taxa de incidência e nos “termômetros” de taxa de ocupação de leitos. A dinâmica da resposta dos serviços de saúde no terceiro ano de pandemia não será a mesma do primeiro ano. Não é possível manter profissionais e leitos mobilizados para covid-19 por tempo indefinido, pois outras demandas precisam ser atendidas.

O comitê permanente reúne pessoas de diferentes áreas do conhecimento, e todas contribuem significativamente com avaliações do cenário dentro e fora da Universidade, no país e no mundo. Consideramos nessa análise aspectos biológicos, relacionados ao vírus Sars-Cov2 e suas variantes, aspectos epidemiológicos, assistenciais, avanços terapêuticos e os impactos da covid-19 na vida das pessoas, na sua saúde física e mental e na qualidade das nossas atividades na Universidade.

As reflexões do comitê são compartilhadas com a Comissão do Conselho Universitário em que há representação de todos os segmentos da Universidade. Esse diálogo possibilita analisar e ajustar nossas propostas antes de encaminhá-las para deliberações dos órgãos superiores.

Observamos não apenas o aumento do número de casos de covid-19, mas analisamos a situação de internações em enfermarias, CTI e óbitos. Acompanhamos as respostas das secretarias de saúde, com aumento de leitos à medida que a demanda aumenta. Temos apresentado esses dados nos espaços em que somos convidados para conversar, porque reconhecemos que essa análise é complexa e precisa ser mostrada para nossa comunidade. A UFMG mantém permanente interlocução com as secretarias de saúde, e buscamos agir de forma articulada e contextualizada com o SUS e com os espaços do nosso entorno. O comitê avalia que não se justifica manter a maioria das atividades da universidade em modo remoto emergencial no terceiro ano de pandemia, especialmente com toda a cidade aberta.

A ideia de “retrocesso”, no sentido de voltar etapas no plano de retorno (da etapa 3 para 2 ou da 2 para a 1, por exemplo), se aplicava aos cenários de 2020 e 2021. Agora, em 2022, com a vacinação avançada e com o já mencionado descolamento entre incidência e gravidade dos casos, o que pode ocorrer são movimentos de idas e vindas, avanços e recuos, marcados por suspensões temporárias de atividades presenciais em decorrência do monitoramento de casos. É uma medida que está prevista no plano e considera a incerteza da evolução da pandemia. Sabemos como fazer e faremos se necessário.

 

Como avalia a adoção do chamado “passaporte vacinal” como medida de controle da pandemia?
Inicialmente, devemos reafirmar que defendemos a vacinação universal e gratuita. Trata-se de medida prioritária de controle da pandemia, que é direito de todo cidadão brasileiro e deve ser garantida pelo Estado. A UFMG tem buscado divulgar informações científicas sobre a segurança e efetividade das vacinas, especialmente no que diz respeito à sua capacidade de reduzir internações e mortes pela doença, assim como a importância da ampla cobertura vacinal da população para a redução da circulação do vírus e, consequentemente, do risco do surgimento de novas variantes. Temos enfatizado que se vacinar é uma atitude ética, que demonstra senso de coletividade.

A UFMG tem sido parceira da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte e busca apoiar as ações de imunização contra a covid-19, inclusive com a instalação de dois postos de vacinação, um no campus saúde (cujas atividades foram encerradas no mês passado) e outro no campus Pampulha. Também estamos negociando com a PBH a possibilidade de instalar postos volantes à medida que houver maior movimentação de pessoas em nossas unidades.

Felizmente, nosso SUS é organizado e eficiente, e nossa Atenção Primária está bem consolidada. São estruturas que resistem às adversidades. Apesar do atraso na compra, assim que as vacinas começaram a chegar foram prontamente disponibilizadas para a população. E as pessoas têm-se vacinado. Tanto que a cobertura com a primeira dose alcança 100% da população acima de 12 anos. E com a vacinação completa (duas doses) ultrapassamos 90%. Esses dados superam dados de países mais ricos que começaram a se vacinar antes de nós, mas neles a recusa em se imunizar tem sido um grave problema.

Nosso desafio agora é investir em estratégias para ampliar a adesão à segunda dose e à dose de reforço. Estudo publicado pelo Boletim da Faculdade de Medicina da UFMG, no mês passado, mostrou que o risco de não haver retorno para tomar a segunda dose é maior no grupo populacional economicamente ativo (homens, adultos jovens) e de maior vulnerabilidade social.

Em relação ao chamado passaporte vacinal, trata-se de uma expressão que vem sendo usada de forma heterogênea e um tanto confusa. Originalmente utilizado para se referir às restrições de fronteiras entre países, o conceito ampliou-se para atividades realizadas nas cidades, como eventos, festas, jogos de futebol e, mais recentemente, tem sido debatida no contexto do retorno às aulas nas universidades.

Considerando o direito à educação e orientada pela ciência, nossa opinião é que devemos agir para promover meios para facilitar a vacinação completa da população. Nesse sentido, a UFMG incluirá, no processo de matrícula dos estudantes, um questionário sobre o estado vacinal. E buscaremos estratégias educativas e logísticas para estimular a imunização entre jovens com menos de 30 anos. Nossa proposta não é impedir a circulação de pessoas nos campi, muito menos punir os estudantes com cancelamento de matrícula ou algo semelhante. Nossa estratégia baseia-se no tripé acolhimento, busca ativa e orientação para se vacinar.

Segundo dados do MonitoraCovid UFMG, das 1.726 pessoas que acessaram o sistema nos últimos 14 dias, 98% estavam com a vacinação completa. A UFMG conduzirá levantamentos diagnósticos ampliados, com a finalidade de compreender e orientar quem estiver com dúvidas ou dificuldades para vacinar.

 

Que estratégias de monitoramento devem adotadas de agora em diante?Devemos investir em ações de comunicação para sensibilizar nossa comunidade para o uso do MonitoraCovid UFMG e, se necessário do Telecovid-HC/UFMG, que têm sido fundamentais para o acompanhamento da segurança dos nossos espaços e das nossas atividades de estágio fora da UFMG. Após escutar os membros da comunidade, realizamos mudanças nos textos de orientação da autodeclaração para melhorar a compreensão. Realizamos encontros periódicos com as equipes do Telecovid e da rede de laboratórios da UFMG para atualização e ajustes nos protocolos assistenciais e laboratoriais. Junto com a DTI (Diretoria de Tecnologia da Informação), realizaremos um treinamento com representantes indicados pelas diretorias das unidades acadêmicas para promover maior autonomia dos comitês locais, que devem atuar como referência em caso de dúvidas da comunidade da unidade. E ainda estamos programando, para o início de fevereiro, um webinário para atualizar a comunidade sobre o cenário epidemiológico da covid-19 e o retorno presencial das atividades na UFMG. Em outra frente, a da comunicação de massa, o Centro de Comunicação (Cedecom) tem trabalhado intensamente com a divulgação nas redes sociais, inclusive sobre a importância de notificar casos suspeitos e confirmados de covid-19, assim como os cuidados com os contatos.

Para quem está em atividade presencial há mais tempo, como o pessoal dos cursos da área da saúde, essa rotina de isolamento e quarentena já está mais bem estabelecida. Para os cursos que se mantiveram predominantemente em atividade remota, o comitê permanente fornecerá todo o apoio necessário até que a comunidade se sinta mais segura.

 

Repetindo a pergunta que tem sido feita insistentemente ao comitê: voltaremos à vida “normal”, ou seja, àquela realidade que vivíamos antes da pandemia?
Esse movimento de retorno presencial em 2022 deve priorizar a promoção de vínculos interpessoais, de pertencimento à comunidade da UFMG, de cuidados com a saúde mental. Novas ações devem ser propostas nesse sentido. As atividades acadêmicas e administrativas seguirão as orientações e normativas das instâncias competentes, que estão atentas ao cenário nacional e às legislações pertinentes. E deverão respeitar as medidas de biossegurança descritas no plano de retorno, como uso obrigatório de máscaras, higiene das mãos, distanciamento de um metro, ventilação dos espaços e monitoramento.

O planejamento continuará exigindo de nós muita colaboração e flexibilidade para adaptação a uma nova etapa, ainda não vivida. Muitas perguntas que têm sido direcionadas ao comitê indicam preocupação como problemas que poderão surgir, incluindo atitudes de desobediência às normas estabelecidas. Temos orientado as pessoas a investirem em atitudes educativas, éticas e de promoção do senso de coletividade. Não temos propostas autoritárias e punitivas porque acreditamos na educação como prática.

A mensagem da Nature, com a qual concordamos, é que, em vez de traçar planos para retornar à vida “normal” que conhecíamos antes da pandemia, 2022 é o ano em que o mundo deve aceitar o fato de que o novo coronavírus veio para ficar. Devemos decidir como conviveremos com a covid-19, e isso não significa ignorá-la ou simplesmente ficar paralisados. Felizmente, as perspectivas em 2022 são boas, pois aumentaremos nossas defesas contra a pandemia por meio de novas vacinas e medicamentos antivirais. Esperamos especialmente que haja compromisso com uma resposta global de enfrentamento das iniquidades na vacinação mundial. Como registra o editorial da Nature, há motivos para “esperança e otimismo, mas com uma boa dose de realismo: o vírus continuará circulando e mudando, e os governos devem continuar confiando nas orientações e nos conselhos dos cientistas. Nem sempre seremos capazes de prever o caminho do vírus e devemos estar prontos para nos adaptarmos a ele”. Resumindo: devemos caminhar com respeito à vida, à saúde, à ciência e à educação, principal compromisso da UFMG com a sociedade.

 

(Fonte: Notícias UFMG)

 


(30 de dezembro de 2021)

 

Servidores da UFMG tomarão dose de reforço contra a covid-19 na próxima semana

Prefeitura de Belo Horizonte reduziu para quatro meses o intervalo de aplicação entre a segunda e a terceira doses da vacina

 

Trabalhadores da área de educação que atuam em Belo Horizonte, incluindo servidores docentes e técnico-administrativos e profissionais terceirizados da UFMG, deverão tomar a dose de reforço (terceira dose) da vacina contra a covid-19 na primeira semana de janeiro, segundo escala anunciada pela Prefeitura de Belo Horizonte, que reduziu de cinco para quatro meses o intervalo de aplicação entre a segunda e a terceira doses do imunizante.

De acordo com o cronograma estabelecido, a terça-feira, dia 4, está reservada à vacinação de trabalhadores da educação infantil. Na quarta-feira, dia 5, serão imunizados trabalhadores da educação do ensino fundamental. Na quinta-feira, 6 de janeiro, a dose de reforço será aplicada em profissionais do ensino médio e profissionalizante, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do ensino superior. 

Para receber o reforço de imunização, o trabalhador deve ter tomado a segunda dose há pelo menos quatro meses. Ele precisa levar o cartão de vacina, documento de identidade e CPF. A relação dos locais de vacinação está disponível no site da PBH.

 

Retorno presencial
A antecipação da dose de reforço favorece o avanço da UFMG à etapa 3 do Plano de Retorno Presencial, que ocorrerá a partir do dia 10 de janeiro e prevê a ocupação presencial dos espaços físicos, sem restrição de teto.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Belo Horizonte, mais de 75% da população adulta da cidade já tomou as duas doses ou a vacina de dose única. Apesar dos números animadores, a professora Cristina Alvim, coordenadora do Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavírus, ressalta que o planejamento para um retorno seguro às atividades presenciais inclui o investimento em estratégias que ampliem a adesão à dose de reforço.

“A UFMG tem atuado em conjunto com a Prefeitura desde o início da pandemia. No caso da dose de reforço, pretendemos trabalhar para informar a população sobre a sua importância como proteção contra as novas variantes do coronavírus. Uma das estratégias que pretendemos adotar é a criação de postos de vacinação volantes dentro dos campi, de forma a facilitar o acesso à dose de reforço pela comunidade universitária, principalmente o público estudantil”, afirma.

 

Esforço educativo
A reitora Sandra Regina Goulart Almeida acrescenta que a UFMG vem adotando medidas para acompanhar e incentivar a vacinação completa da sua comunidade, em um esforço coletivo e educativo. “Nesse sentido, incluiremos no processo de matrícula, no primeiro semestre de 2022, um questionário sobre o estado vacinal. Além disso, estamos buscando estratégias educativas e logísticas para estimular a vacinação na faixa de 20 a 29 anos, na qual os índices de aplicação da segunda dose ainda não são satisfatórios. Não acreditamos que impedir pessoas de circular nos campi seja uma medida adequada ou necessária do ponto de vista sanitário e ético, muito menos punir estudantes com cancelamento de matrícula ou algo semelhante, pois isso acabará impactando mais aquelas pessoas com acesso precário às vacinas”, argumenta a reitora.

"Nosso esforço tem de ser no sentido de disponibilizar e conscientizar toda a nossa comunidade – servidores docentes e técnico-administrativos em educação, trabalhadores terceirizados e estudantes – sobre a importância da vacinação completa e da dose de reforço para juntos contribuirmos para o enfrentamento da pandemia em nosso estado", conclui Sandra Goulart Almeida.

 

(Fonte: Notícias UFMG)

 


(15 de dezembro de 2021)

 

Nota à comunidade informa sobre retomada de atividades administrativas presenciais na UFMG
A partir de 10 de janeiro, Universidade avança para etapa 3 do plano de retorno, com 100% de ocupação dos espaços



Em nota à comunidade publicada nesta quarta-feira, dia 15, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira informaram que, “a partir do dia 10 de janeiro de 2022, a UFMG avançará para a Etapa 3 do Plano de Retorno Presencial”. Essa etapa, que prevê a ocupação de 100% das instalações físicas da Universidade, ocorrerá a partir de 10 de janeiro pelo pessoal administrativo, e, pelos alunos, apenas a partir de março, com o início do primeiro semestre letivo de 2022.


A nota informa que essa mudança de etapa ocorre “observados o Plano e Protocolo de Biossegurança da Instituição, e em consonância com as orientações do Comitê Permanente da UFMG de Enfrentamento do Novo Coronavírus e com a análise da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário e do próprio Conselho Universitário”.


No documento, os dirigentes situam que a mudança de etapa do plano de retorno ocorre em razão do atual cenário epidemiológico. “A partir da redução expressiva na morbidade e letalidade de covid-19, proporcionada pela ampla cobertura vacinal, o Comitê Permanente da UFMG de Enfrentamento do Coronavírus indicou que há condições seguras para ocupação presencial dos espaços físicos, sem restrição quanto ao teto máximo de pessoas.”


Os dirigentes também discorrem sobre os aspectos subjetivos que balizam o retorno. “Sabemos que a presença física é essencial e insubstituível na vida universitária, em especial para a qualidade dos cursos e atividades oferecidos, a criação de vínculos interpessoais e com a Instituição, a saúde mental da nossa comunidade e o cuidado com a inclusão e permanência de estudantes".


No documento, Sandra e Alessandro salientam a importância da manutenção das medidas sanitárias essenciais, como o uso de máscaras, o distanciamento social, a higiene das mãos e a ventilação dos ambientes. Informam, ainda, que “serão divulgadas oportunamente novas recomendações para o planejamento das atividades acadêmicas, a serem aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), e das atividades administrativas, a serem conduzidas pela Pró-reitoria de Recursos Humanos, segundo as instruções normativas em vigor. A programação do Ensino Híbrido Emergencial (EHE), elaborada pelas Unidades e Colegiados, para o segundo período letivo de 2021, deverá ser mantida."


Por fim, a nota informa que, em caso de agravamento dos indicadores epidemiológicos e assistenciais das cidades, pode haver retrocesso da Universidade à etapa anterior de seu plano de retorno. “As decisões institucionais seguirão sendo tomadas de forma cautelosa e criteriosa, a partir do monitoramento rigoroso da situação, com o acompanhamento cuidadoso da vacinação de servidores e estudantes e do monitoramento de casos e da situação pandêmica”, afirma-se.


Leia a íntegra da nota à comunidade e do Plano de Retorno Presencial, com as orientações para a Etapa 3.


(Fonte: Notícias UFMG)

 


(06 de dezembro de 2021)

 

FALE anuncia nova ampliação das atividades presenciais de seus setores a partir de hoje, 06/12

 

A Faculdade de Letras da UFMG anuncia nova ampliação das atividades presenciais de seus setores a partir de hoje, 06 de dezembro de 2021, com novos dias e horários de funcionamento. A iniciativa faz parte do processo de retorno gradual das atividades.

Lembrando que todos os atendimentos somente serão realizados mediante agendamento prévio por e-mail.

 

Recomendações
Antes de se dirigir à FALE, é necessário acessar o MonitoraCovid UFMG e preencher as informações requeridas. O acesso ao prédio se dará exclusivamente pela portaria central para identificação e assinatura do livro de acesso, na entrada e na saída.

    * Não será permitida a permanência nos corredores e áreas de convivência, exceto se for devidamente autorizada.

Durante todo o tempo de permanência no prédio, É OBRIGATÓRIO o uso de máscara cobrindo a boca e o nariz. Álcool gel será disponibilizado nas dependências para higienização das mãos e objetos.

Só é permitido o uso dos bebedouros para abastecer garrafinhas de uso individual. Logo, ao se dirigir à FALE, é necessário levar garrafa ou outro recipiente de uso individual para água.

Evite o compartilhamento de materiais.

 

Leia a matéria completa em: bit.do/amplia-fale

 


(30 de setembro de 2021)

 

FALE retoma atividades semipresenciais neste semestre

 

A partir da próxima terça, dia 05 de outubro, a Faculdade de Letras da UFMG retoma suas atividades setoriais na modalidade semipresencial. Para tanto, o Comitê Local de Enfrentamento ao Coronavírus se reuniu e estabeleceu Protocolos de Biossegurança para Retorno Gradual das Atividades, para serem adotados no âmbito da FALE.

Todos os atendimentos somente serão realizados mediante agendamento prévio. Antes de se dirigir à FALE, é necessário acessar o MonitoraCovid UFMG e preencher as informações requeridas. O acesso ao prédio se dará exclusivamente pela portaria central para identificação e assinatura do livro de acesso, na entrada e na saída.

  • Não será permitida a permanência nos corredores e áreas de convivência, exceto se for devidamente autorizada.

Durante todo o tempo de permanência no prédio, É OBRIGATÓRIO o uso de máscara cobrindo a boca e o nariz. Álcool gel será disponibilizado nas dependências para higienização das mãos e objetos.

Só é permitido o uso dos bebedouros para abastecer garrafinhas de uso individual. Logo, ao se dirigir à FALE, é necessário levar garrafa ou outro recipiente de uso individual para água.

Evite o compartilhamento de materiais.

 

Biblioteca

A Biblioteca da FALE reabrirá suas 8 salas de estudo individuais, para uso dos estudantes de graduação e de pós-graduação, que funcionarão às terças, das 8h às 12h, e quintas, das 13h às 17h. Assim como o serviço de empréstimos e devoluções, o uso das cabines individuais de estudo também se dará exclusivamente por agendamento prévio.

 

Setores, funcionamento e contatos

Os atendimentos serão realizados, majoritariamente, às terças (das 8h às 12h) e quintas (das 13h às 17h).

 

Em caso de dúvidas e para mais informações, envie e-mails para o setor que deseja atendimento.

 

Leia a matéria completa em: bit.do/protocolo-fale

 


(27 de abril de 2021)

 

Quadro epidemiológico ‘grave e instável’ mantém UFMG na etapa zero do plano de retorno
Instituição vai avaliar cenário em Belo Horizonte e Montes Claros nas duas próximas semanas
 

Apesar da queda nas taxas de transmissão do novo coronavírus e de ocupação de leitos em Belo Horizonte e Montes Claros, a UFMG decidiu manter-se na etapa zero do seu Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto por mais duas semanas e reavaliar, nesse período, o cenário epidemiológico nos dois municípios. A decisão, comunicada nesta segunda-feira, dia 26, em nota à comunidade universitária assinada pela reitora Sandra Regina Goulart Almeida e pelo vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, foi tomada com base nas orientações do Comitê Permanente da UFMG de Enfrentamento do Novo Coronavírus e na análise da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário.

“O quadro epidemiológico no Brasil permanece grave e instável, com média de 45 mil novos casos confirmados de covid-19 e 2 mil óbitos por dia”, justificam os dirigentes, lembrando que o nível de alerta geral em Minas Gerais ainda é vermelho.

Sandra Goulart e Alessandro Moreira registram, no comunicado de hoje, que a UFMG “segue enlutada pelos membros da comunidade universitária que perdermos para a covid-19” e se solidarizam com as famílias dos quase 400 mil brasileiros vitimados pela pandemia.

Como a vacinação ainda se encontra em estágio incipiente no Brasil, os dirigentes reforçaram a importância das medidas de prevenção não farmacológicas, como uso de máscaras em todos os ambientes, higiene frequente das mãos e contraindicação absoluta de qualquer forma de aglomeração. “Os serviços MonitoraUFMG e Telecovid-19 permanecem em atividade para apoio à comunidade universitária”, ressaltam Sandra e Alessandro.

Etapas
Anunciado em setembro do ano passado, o plano de retorno prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades não adaptáveis. Cada etapa é definida pelo número máximo de pessoas (servidores, estudantes e trabalhadores terceirizados) que circulam na unidade simultaneamente, representando um teto de ocupação para cada setor ou espaço físico. O objetivo é reduzir significativamente o número de pessoas em circulação em cada unidade e garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos.


Na etapa zero (o estágio atual), as atividades presenciais ficam suspensas, e apenas as essenciais e de manutenção são mantidas. Na etapa 1, o teto de ocupação é 20%, e o critério de percentagem das equipes deverá ser combinado ao da viabilidade de distanciamento social. Na etapa 2, o limite deverá subir para 40%. Para isso, será necessário que a cidade esteja em alerta verde, no mínimo, desde dois meses antes e que não tenha ocorrido surto da doença na UFMG.

O aumento gradual das atividades presenciais até o retorno pleno – etapa 3 – estará condicionado ao controle da pandemia ou à existência de vacina eficaz e disponível para ampla cobertura da população.


(Fonte: Notícias UFMG)

 


(29 de março de 2021)

 

UFMG mantém-se na etapa zero do plano de retorno
Em nota, Reitoria informa que o agravamento da pandemia nas últimas semanas motivou a decisão



A UFMG decidiu permanecer na etapa zero do Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto, seguindo recomendação do Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavírus endossada pela Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário.  Assim, todas as atividades presenciais, exceto as consideradas essenciais e as de manutenção da Instituição, continuam suspensas.

A decisão de retroceder ao estágio zero do plano de retorno foi tomada no dia 12 de março em razão do recrudescimento da pandemia de covid-19. Em nota à comunidade universitária, divulgada nesta sexta-feira, dia 26, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira justificaram a permanência na fase inicial. “Passado esse período, constatamos, consternados e angustiados, que o quadro epidemiológico se agravou, tendo o sistema de saúde chegado à exaustão, fato que reforça a necessidade de aprofundamento das medidas de distanciamento social",  afirmam os dirigentes. Eles lamentaram as mais de 300 mil vidas perdidas durante a pandemia e destacaram que a “a UFMG segue enlutada pelos membros da comunidade universitária que nos deixaram de forma tão abrupta".

No comunicado, os dirigentes informam que a UFMG continuará monitorando rigorosamente o cenário epidemiológico de Belo Horizonte e Montes Claros nas próximas duas semanas, recomendam que as medidas de proteção – uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento social – sejam respeitadas e reafirmam o compromisso “em proteger vidas e colaborar com o esforço coletivo pela saúde, em uma atitude de respeito e solidariedade com a sociedade e com os profissionais de saúde, que bravamente trabalham para salvar pessoas em um contexto de extrema pressão e esgotamento físico e mental”. Sandra Goulart e Alessandro Moreira também sustentam que a medida busca “aliviar a pressão sobre as estruturas de saúde pública e suplementar e preservar os insumos para os casos de estrita necessidade e urgência”.


Retorno gradual
Anunciado em setembro do ano passado, o plano de retorno prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades não adaptáveis. Cada etapa é definida pelo número máximo de pessoas (servidores, estudantes e trabalhadores terceirizados) que circulam na unidade simultaneamente, representando um teto de ocupação para cada setor ou espaço físico. O objetivo é reduzir significativamente o número de pessoas em circulação em cada unidade e garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos.

Na etapa zero (o estágio atual), as atividades presenciais ficam suspensas, e apenas as essenciais e de manutenção são mantidas. Na etapa 1, o teto de ocupação é 20%, e o critério de percentagem das equipes deverá ser combinado ao da viabilidade de distanciamento social. Na segunda etapa, o limite deverá subir para 40%. Para isso, será necessário que a cidade esteja em alerta verde, no mínimo, há dois meses e que não tenha ocorrido surto da doença na UFMG.

O aumento gradual das atividades presenciais até o retorno pleno – etapa 3 – estará condicionado ao controle da pandemia ou à existência de vacina eficaz e disponível para ampla cobertura da população.


(Fonte: Notícias UFMG)

 


(18 de março de 2021)

 

 

 


(12 de março de 2021)

UFMG volta à etapa 0 do plano de retorno das atividades presenciais
Decisão entra em vigor na segunda-feira, 15 de março


Com a suspensão de todas as atividades presenciais, exceto as essenciais para o enfrentamento da pandemia e de manutenção, a UFMG decidiu voltar à etapa 0 do Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto. A medida, que entra em vigor na segunda-feira, dia 15, foi fundamentada por orientações dos comitês de enfrentamento do coronavírus da UFMG e da Prefeitura de Belo Horizonte.

“Vivemos um momento de extrema gravidade, em que observamos elevada incidência de novos casos de covid-19, circulação de novas variantes, com alta taxa de transmissão, resultando em exaustão de serviços e trabalhadores de saúde e um número inaceitável de óbitos. Medidas necessárias e urgentes de contenção e restrição da circulação de pessoas foram adotadas nos municípios de Belo Horizonte e de Montes Claros para evitar o colapso do sistema de saúde”, justificam a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira em nota encaminhada à comunidade da UFMG nesta sexta-feira, dia 12.

Segundo o comunicado, a medida vai vigorar nas duas próximas semanas. “Tal medida se faz necessária para proteger vidas e colaborar com o esforço coletivo pela saúde, em uma atitude de respeito e solidariedade, quando a circulação de pessoas em espaços e transportes públicos precisa ser limitada ao mínimo estritamente necessário. Seguimos acompanhando rigorosamente o cenário epidemiológico em Belo Horizonte e em Montes Claros. Esperamos poder retornar à etapa 1 com maior segurança, o mais breve possível, considerando a relevância de todas as atividades desenvolvidas na UFMG”, afirmam os gestores.

Sandra Goulart Almeida e Alessandro Fernandes reiteraram a necessidade de intensificar as medidas de prevenção, como o uso de máscaras em todos os ambientes, higiene frequente das mãos e a contraindicação absoluta de qualquer forma de aglomeração. O Monitora CovidUFMG e o Telecovid-19 permanecerão em atividade para apoio à comunidade.

Vacinação
Na nota, a reitora e o vice-reitor também destacaram que a UFMG está contribuindo com o processo de vacinação em Belo Horizonte, colocando o campus Pampulha à disposição das autoridades locais para a criação de postos de drive-thru, de acordo com os critérios de prioridade estabelecidos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 e com a sequência estabelecida pela Secretaria Municipal de Saúde. “Infelizmente, as vacinas ainda estão escassas e nos cabe zelar pelo respeito à prioridade estabelecida, que visa, neste primeiro momento, preservar a capacidade dos serviços de saúde, evitar mortes por desassistência e atender aos mais vulneráveis", ressaltaram.


O plano e suas etapas
Anunciado em setembro, o plano de retorno prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades não adaptáveis. Cada etapa é definida pelo número máximo de pessoas (servidores, estudantes e trabalhadores terceirizados) que circulam na unidade simultaneamente, representando um teto de ocupação para cada setor ou espaço físico. O objetivo é reduzir significativamente o número de pessoas em circulação em cada unidade e garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos.


Na etapa 1 (estágio em que a UFMG se encontra até o momento), o teto de ocupação é de 20%. O critério de percentagem das equipes deverá ser combinado ao da viabilidade de distanciamento social. Na segunda etapa, o limite deverá subir para 40%. Para isso, será necessário que a cidade esteja em alerta verde, no mínimo, há dois meses e que não tenha ocorrido surto da doença na UFMG.

O aumento gradual das atividades presenciais até o retorno pleno – etapa 3 – estará condicionado ao controle da pandemia ou à existência de vacina eficaz e disponível para ampla cobertura da população.
A evolução para um novo estágio é autorizada pela Reitoria, com base nas avaliações da assessoria do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus e na análise da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário, e orientada pelos indicadores epidemiológicos e assistenciais das cidades, pelo grau de adesão da comunidade da UFMG às medidas comportamentais e pela ausência de surtos.

 

(Fonte: Notícias UFMG)

 


(11 de janeiro de 2021)

 

UFMG permanece na etapa 1 do plano de retorno das atividades presenciais
Em nota, Sandra Goulart Almeida e Alessandro Fernandes atribuem a decisão ao agravamento da pandemia em Minas Gerais
 
 
 UFMG não vai avançar para a etapa 2 do Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto, segundo decisão tomada pela Reitoria na tarde da última sexta-feira, dia 8, com base em recomendação do Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavírus e na análise da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário.

De acordo com o plano, a expectativa era evoluir para a fase 2 ainda neste mês, mas o agravamento da pandemia em Minas Gerais, com o aumento expressivo de casos de covid-19 e de internações, forçou a Universidade a manter-se na fase 1.

“A situação epidemiológica atual exige ainda o controle do fluxo de pessoas nos campi e o redobramento dos cuidados individuais e coletivos de biossegurança. Assim, permaneceremos na Etapa 1, situação de funcionamento da Universidade, com teto de ocupação de espaços físicos de até 20%. As recomendações da Etapa 1 do Plano de Retorno devem ser mantidas, e novas autorizações para atividades presenciais deverão ser adiadas até que a situação epidemiológica em Belo Horizonte e Montes Claros esteja mais controlada", afirmaram, em comunicado, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira.

Os dirigentes informam ainda que a UFMG segue acompanhando o cenário epidemiológico, e as decisões institucionais continuam sendo tomadas de forma cuidadosa e criteriosa. “A vacina está a caminho, mas a crise sanitária e seus profundos impactos em todos os segmentos da sociedade ainda são muito graves e exigem, mais do que nunca, paciência, responsabilidade e senso de coletividade”, defendem Sandra e Alessandro.
Na nota, a reitora e o vice-reitor enfatizam a importância do acesso ao MonitoraCovid-19 UFMG, cujo objetivo é “evitar que pessoas com sintomas ou em contato com casos de covid-19 realizem atividades presenciais na UFMG ou em campos de estágio".

Sandra e Alessandro também lamentaram a perda de mais de 200 mil vidas para a covid-19, manifestaram o desejo de que os “princípios de equidade e universalização do SUS sejam respeitados e garantidos no plano nacional de imunização para o controle da pandemia” e reafirmaram a responsabilidade social e o cuidado com a vida das pessoas como princípios norteadores de todas as decisões tomadas pela UFMG. “Há diversas atividades de ensino, extensão e pesquisa que têm contribuído direta ou indiretamente com o enfrentamento da pandemia e suas consequências. A manutenção de algumas dessas atividades, como os estágios na área da saúde, vem sendo decidida de forma compartilhada com os serviços da rede pública de saúde”, justificam os dirigentes.
 

Leia a íntegra da nota
Nota à comunidade - 11/01/2021
 
 
Retorno gradual e seguro
Anunciado em setembro, o plano de retorno prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades não adaptáveis. Cada etapa é definida pelo número máximo de pessoas (servidores, estudantes e trabalhadores terceirizados) que circulam na unidade simultaneamente, representando um teto de ocupação para cada setor ou espaço físico. O objetivo é reduzir significativamente o número de pessoas em circulação em cada unidade e garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos.

Na etapa 1 (estágio atual), o teto de ocupação é de 20%. O critério de percentagem das equipes deverá ser combinado ao da viabilidade de distanciamento social. Na segunda etapa, o limite deverá subir para 40%. Para isso, será necessário que a cidade esteja em alerta verde, no mínimo, há dois meses e que não tenha ocorrido surto da doença na UFMG.

O aumento gradual das atividades presenciais até o retorno pleno – etapa 3 – estará condicionado ao controle da pandemia ou à existência de vacina eficaz e disponível para ampla cobertura da população.
A evolução para um novo estágio deverá ser autorizada pela Reitoria, com base na assessoria do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus e na análise da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário, e será orientada pelos indicadores epidemiológicos e assistenciais das cidades, pelo grau de adesão da comunidade da UFMG às medidas comportamentais e pela ausência de surtos.


(Fonte: 
Notícias UFMG)
 

(28 de setembro de 2020)

 

UFMG elabora plano de retorno exclusivo para atividades que não se adaptam ao modo remoto
Proposta para retomada gradual é baseada em protocolo de biossegurança; restrição da circulação vai garantir distanciamento social e implementação do monitoramento de casos. Aulas seguirão on-line

 

Desde março deste ano, por causa da pandemia de covid-19, grande parte das atividades da UFMG vem sendo realizadas de forma remota – e serão mantidas assim por tempo indeterminado, incluindo as aulas de graduação e pós-graduação, até que a doença seja controlada. Aquelas consideradas essenciais para a manutenção da Universidade (limpeza, segurança, serviços de portaria, por exemplo) e para o enfrentamento do coronavírus foram mantidas no modo presencial. Há, no entanto, atividades que foram suspensas porque não podem ser realizadas remotamente. Diretrizes para orientar a retomada presencial, de forma gradual e segura, dessas atividades não transponíveis para o espaço virtual estão propostas no Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto.

A iniciativa de planejar o retorno das atividades não adaptáveis é baseada nas evidências científicas disponíveis e motivada pela consciência da relevância da atuação da UFMG na produção de conhecimento e em sua responsabilidade social. O plano prevê a retomada lenta, em etapas, com restrição do número de pessoas, em estrito alinhamento com os indicadores epidemiológicos e as recomendações das autoridades sanitárias locais, tanto em Belo Horizonte quanto em Montes Claros. Foram estabelecidos critérios quantitativos relativos ao teto de ocupação dos espaços de modo a garantir o distanciamento social e a implementação do monitoramento das pessoas que circulam nesses espaços. Também foram definidos condicionantes, indicadores de monitoramento e fluxos de autorização. 

Conforme decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), o retorno das atividades presenciais de ensino de graduação e de pós-graduação e de extensão não adaptáveis ao modo remoto precisará ser autorizado, em cada caso, pelas câmaras de Graduação, de Pós-graduação e de Extensão.

A reitora Sandra Regina Goulart Almeida ressalta que as ações da UFMG relacionadas à pandemia têm-se pautado no cuidado com a preservação da vida e da saúde. “O sentido de prioridade que vai guiar a retomada de atividades que não se adaptam ao ambiente virtual é dado pelos pressupostos de relevância e responsabilidade social da Universidade”, afirma a reitora. “Temos consciência de que há risco de contaminação enquanto não houver controle da pandemia ou mesmo uma vacina eficaz e disponível para grande parte da população. Felizmente, também sabemos hoje como minimizar esses riscos, com mudanças de comportamento e medidas rigorosas de adequação de espaços. Neste momento, é necessário enfatizar que o que foi transposto para o ambiente remoto deve permanecer de forma virtual por tempo indeterminado, até que tenhamos uma sinalização das autorizadas sanitárias. Estamos aqui falando de possibilidade de retorno presencial parcial, lento e gradual de atividades que não possam ser realizadas de forma remota e que são imprescindíveis para que a Universidade cumpra com sua missão social”, reforça Sandra Goulart Almeida.

O Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto foi construído conjuntamente, com base nos trabalhos da assessoria técnico-científica do Comitê de Enfrentamento do Novo Coronavírus da UFMG e da Comissão de Acompanhamento designada pelo Conselho Universitário. O plano foi apresentado e debatido no Conselho de Diretores, no Cepe e no Conselho Universitário. Após discussões internas, as diretorias de unidades e órgãos enviaram sugestões de aprimoramento.

Condições e etapas
O retorno seguro de atividades presenciais deverá atender condições e pré-requisitos claramente definidos no Protocolo de biossegurança, reorganização dos espaços físicos e monitoramento da UFMG, elaborado com participação de especialistas da Universidade e divulgado em 24 de julho.

O plano prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades não adaptáveis. Cada etapa é definida pelo número máximo de pessoas (servidores, estudantes e trabalhadores terceirizados) que circulam na unidade simultaneamente, representando um teto de ocupação para cada setor ou espaço físico. O objetivo é reduzir significativamente o número de pessoas circulando em cada unidade, o que vai garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos.

Na etapa 1, o teto de ocupação é de 20%, e o pré-requisito é que a cidade esteja em nível de alerta verde ou amarelo há pelo menos quatro semanas consecutivas. O critério de percentagem das equipes deverá ser combinado ao da viabilidade de distanciamento social. Na segunda etapa, ainda sem data prevista, o limite deverá subir para 40%. Para isso, será necessário que a cidade esteja em alerta verde há dois meses, no mínimo, e que não tenha ocorrido surto da doença na UFMG. O aumento gradual das atividades presenciais até o retorno pleno estará condicionado ao controle da pandemia ou à existência de vacina eficaz e disponível para cobertura ampla da população.

A evolução para uma nova etapa deverá ser autorizada pela Reitoria, com base na assessoria do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus e da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário, e será orientada pelos indicadores epidemiológicos e assistenciais das cidades, pelo grau de adesão da comunidade da universidade às medidas comportamentais e ausência de surtos. Caso haja recrudescimento da epidemia, as atividades presenciais poderão ser suspensas.



Menor circulação, mais segurança
Segundo a professora Cristina Alvim, da Faculdade de Medicina, que coordena o Comitê de Enfrentamento, é fundamental que seja feita análise responsável e cuidadosa de cada solicitação da comunidade acadêmica para o retorno ao modo presencial, com base em critérios estabelecidos e condicionada à aprovação da instância superior responsável. “Vale lembrar que a possibilidade de autorização não significa que deva haver atividades presenciais em todas as unidades e órgãos. É preciso ter em mente que estaremos mais seguros quanto menor for a circulação de pessoas nos campi”, afirma.

O professor Maurício Campomori, diretor da Escola de Arquitetura e coordenador da Comissão de Acompanhamento do Conselho Universitário, explica que, para que seja “mais viável identificar contatos na eventualidade do surgimento de casos confirmados ou suspeitos de contaminação, a orientação é que o retorno seja feito adotando escalas e grupos regulares, com base no conceito estatístico de coortes”.
Um roteiro detalhado para o monitoramento de casos é parte do protocolo para o retorno gradual. Uma das recomendações do plano, salienta Cristina Alvim, é a autoavaliação individual. “Cada membro da comunidade autorizado a voltar aos locais de trabalho deve verificar, a cada dia, se tem algum sintoma da covid-19 e se manteve contato com alguém doente ou com sintomas da infecção. Esse cuidado é crucial para prevenir a exposição da comunidade ao coronavírus.”

A professora ressalta que a pandemia não está controlada e que o plano para o retorno das atividades não adaptáveis ao modo remoto está sujeito à situação das cidades que abrigam os campi da UFMG. “Estaremos preparados para voltar atrás se os indicadores epidemiológicos e assistenciais piorarem”, garante Cristina Alvim.


(Fonte: Notícias UFMG)

 


(24 de julho de 2020)

 

Divulgado resultado das chamadas da política de inclusão digital
Cerca de quatro mil estudantes da UFMG receberão auxílio para acesso à internet, compra e empréstimo de computadores e equipamentos

 

Mais de quatro mil estudantes de graduação foram contemplados nas chamadas do programa UFMG meu lugar: inclusão digital, que tem o objetivo de instrumentalizar os estudantes de graduação da Universidade para o ensino remoto emergencial adotado em razão da pandemia de covid-19. Os estudantes receberão auxílio para acesso à internet, compra e empréstimo de computadores e aquisição de equipamentos. As aulas na graduação recomeçam a partir de 3 de agosto. As atividades na pós-graduação foram retomadas neste mês.  

Serão aportados recursos oriundos do Plano Nacional de Assistência Estudantil e do orçamento da própria UFMG. “Nessa primeira rodada, conseguimos atender a todos os estudantes que demandaram o auxílio”, informa o pró-reitor de Assuntos Estudantis da UFMG, professor Tarcísio Mauro Vago.

Ao comentar o êxito do processo, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida disse que a política de inclusão digital representa mais um capítulo da bem-sucedida política de assistência estudantil da UFMG, formulada pela Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) e por outros setores da Universidade e operacionalizada pela Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump). “Nossas ações de apoio aos estudantes são muito consistentes e sólidas. E essa política de inclusão digital, proposta neste momento tão complexo, é prova não só dessa solidez, mas também da capacidade de reinvenção da política de assistência estudantil, que soube se ajustar rapidamente às necessidades emergenciais e atender a uma importante demanda de inclusão da nossa comunidade estudantil", afirma a reitora. 

Segundo Sandra, é preciso trabalhar a inclusão discente em várias frentes, e a digital é uma delas. "O Brasil é um país de desigualdade digital direta, ou seja, onde há pessoas sem qualquer acesso, e indireta, caracterizada pelo acesso muito restrito”, afirma. A reitora diz acreditar que a Universidade está preparada para enfrentar os desafios impostos pelo ensino remoto emergencial "com responsabilidade, equidade e flexibilidade”.

Na conta
Os recursos das chamadas I, II e IV já estão sendo depositados nas contas correntes dos estudantes no Banco do Brasil ou no Santander. É obrigatória a apresentação da nota fiscal ou da fatura em nome do estudante ou de algum familiar. A comprovação da compra deverá ser enviada, em cópia escaneada, em até 30 dias corridos após o recebimento do auxílio, para os e-mails O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. As informações sobre o empréstimo de notebooks, que contemplará os estudantes selecionados na Chamada III, serão divulgadas em breve.

A quinta chamada, com inscrições abertas até 31 de julho, é específica para estudantes indígenas e quilombolas. Na UFMG, há 110 estudantes pertencentes a esses grupos. E a sexta chamada, que também beneficiará indígenas e quilombolas, tem a finalidade de viabilizar a compra de pacotes de internet.

Segundo Tarcísio Vago, também estão abertas chamadas para o Coltec e para o Teatro Universitário (TU) e outra exclusiva para alunos de pós-graduação, que prevê ajuda de R$ 100 mensais para compra de pacotes de internet e para empréstimo de equipamentos. O Centro Pedagógico da UFMG, de forma autônoma, também elaborou um plano de inclusão. Haverá também uma chamada específica para os estudantes indígenas e do campo.

Na avaliação do vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, o trabalho foi muito bem coordenado. “Fizemos uma consulta aos estudantes e já tínhamos um horizonte de quantas pessoas precisariam ser atendidas”, destaca. Ele afirma ainda que a Prae fará um trabalho de busca ativa para identificar estudantes que precisem do auxílio. “Poucas pessoas não responderam à consulta. Se for necessário, faremos mais uma chamada para empréstimo de computadores e acesso a dados. O objetivo é não deixar ninguém de fora”, reforça.

Chamadas
A primeira das chamadas, que contemplou 2.416 alunos, foi destinada à aquisição de equipamentos por estudantes de primeira graduação, em regime presencial, regularmente matriculados e frequentes. Eles receberão auxílio de R$ 1,5 mil.

A segunda prevê a oferta de apoio financeiro para contratação de serviços de internet, softwares e outros recursos para beneficiar a inclusão de estudantes de graduação assistidos por programas da Universidade, regularmente matriculados e frequentes em cursos presenciais. Foram contemplados cerca de dois mil estudantes. Os valores serão de R$ 100 para assistidos nível 1, R$ 80 para o nível 2 e R$ 70 para o nível 3. O repasse será feito mensalmente durante o período de vigência do ensino emergencial remoto.

Também destinada a estudantes de graduação, a terceira chamada tinha como foco empréstimos de computadores. Foram contemplados os estudantes classificados nos níveis 1, 2 e 3, com avaliação socioeconômica em vigor, renda bruta per capita de até um salário mínimo e meio, sempre com preferência para as menores rendas brutas por pessoa. “A UFMG fará uma licitação para alugar, por 12 meses, até dois mil notebooks. Eles serão destinados a estudantes do Coltec, do TU, dos cursos de graduação e pós-graduação”, detalha Tarcísio Vago.

A quarta chamada, que contemplou 82 estudantes (todos os inscritos), destina-se à aquisição de material acadêmico específico (equipamentos de tecnologia assistiva e/ou tecnológicos) para graduandos com deficiência. Eles também devem estar cursando sua primeira graduação, regularmente matriculados e frequentes no primeiro semestre de 2020, acompanhados pelo Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) e assistidos por programas da UFMG gerenciados pela Fump. Cada estudante receberá até R$ 1,5 mil.

A política de inclusão digital da UFMG prevê também a reestruturação da rede de internet sem fio nas moradias universitárias. A entrega está prevista para a segunda semana de agosto.

Apadrinhamento digital
Outra frente da Política de Inclusão Digital é a Bolsa Apadrinhamento Inclusão Digital conduzida pela Prae e pela Fump. A iniciativa convoca a comunidade universitária a fazer doações de equipamentos ou recursos financeiros para possibilitar que estudantes assistidos acompanhem as atividades acadêmicas remotamente.

O auxílio será destinado aos alunos de primeira graduação – regularmente matriculados e frequentes – classificados socioeconomicamente nos níveis I, II e III (nessa ordem) em Belo Horizonte e em Montes Claros. Até a última segunda-feira, dia 20, as doações em máquinas e dinheiro equivalia a 88 computadores. 

De acordo com a presidente da Fump, Sandra Bianchet, a campanha não tem data estabelecida para terminar. “Todos os dias, novos estudantes são classificados pela Fundação, e eles provavelmente precisarão de computadores para as aulas remotas da UFMG. Nosso objetivo é contemplar o maior número possível de assistidos”, afirma a presidente da Fump, que faz questão de agradecer às pessoas que “separaram um pouquinho de seu tempo para ir até a Fump para doar um mouse, um teclado ou um computador".

“Sabemos das dificuldades adicionais que esse momento gera para os estudantes e contamos mais uma vez com a sensibilidade da nossa comunidade acadêmica”, diz Sandra Bianchet, ressaltando a necessidade de que as contribuições tenham continuidade. O valor concedido a cada aluno será de R$ 1.500, mas não há quantia estipulada para as doações.

A UFMG tem 7.517 estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica contemplados por sua política de assistência, dos quais 2.828 estão na faixa de renda familiar per capita de até meio salário mínimo e 3.051, entre meio e um salário mínimo.

As contribuições podem ser dadas em forma de equipamentos (notebook ou computador “desktop”) ou em dinheiro. No caso dos equipamentos, a recomendação é de que eles tenham a configuração Core 2 Duo, 4GB, 500 HD / 120 SSD, com tela de, no mínimo, 14 polegadas. Essas condições atendem às demandas do ensino remoto emergencial.

A Fump está recebendo as doações em sua sede, localizada na Avenida Antônio Abrahão Caram, 610, bairro São José, às terças-feiras, das 9h às 12h, e às quintas-feiras, das 13h às 17h. Também estão sendo recolhidos equipamentos periféricos como teclados, mouses e caixas de som. Os doadores podem agendar a entrega pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

As contribuições financeiras, por sua vez, podem ser feitas por meio de uma das contas da Fump, no Banco do Brasil (agência 1615-2, conta corrente 22942-3) ou no Banco Santander (agência 4546, conta corrente 13.004008-3). O CNPJ da Fump é 17.220.583.0001-69.

A prestação de contas referente ao emprego dos recursos arrecadados é publicada semanalmente (às terças-feiras) no site da Fundação Mendes Pimente, onde estão disponíveis mais informações sobre a campanha. O interessado também pode escrever para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Outro ambiente que reúne dados sobre a iniciativa é o site UFMG Coronavírus, criado e gerenciado pelo Centro de Comunicação (Cedecom).

(Fonte: Assessoria de Comunicação da UFMG)


(21 de julho de 2020)

 

A Reitoria da UFMG encaminha para conhecimento de todos(as) o Ofício Nº 523/2020/GAB-REI-UFMG, de 20 de julho de 2020, que trata da Proposta de Protocolo de Biossegurança, Adequação do Espaço Físico e Monitoramento da COVID-19 na UFMG.

Ressalta-se que a retomada de atividades presenciais na UFMG não tem previsão de data e, quando houver condições e for devidamente autorizada pelas autoridades competentes, deverá ser escalonada, lenta, gradual e com muito cuidado em relação à adoção de protocolos de biossegurança, adequação do espaço físico, monitoramento e controle de surtos. As atividades remotas ainda deverão ser mantidas por meses para reduzir a circulação de pessoas na universidade. Entretanto, os preparativos para a futura retomada de atividades presenciais precisam ser elaborados com antecedência e implementados com participação das Unidades Acadêmicas e da comunidade universitária. O documento enviado em anexo tem duas finalidades principais: orientar o planejamento com adequada antecedência e garantir a segurança das atividades presenciais essenciais que não puderam ser suspensas.

 

Mais informações - CLIQUE AQUI

Protocolo de Biossegurança, Adequação do Espaço Físico e Monitoramento da COVID-19 na UFMG - CLIQUE AQUI

 

 


(13 de julho de 2020)

 

Resolução do Cepe orienta ensino remoto emergencial na graduação
Conselho também aprova datas para primeiro período letivo, que será retomado a partir de 3 de agosto e seguirá até 7 de novembro

 

 

Em reunião realizada na última quinta-feira, dia 9, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) aprovou resolução que regulamenta o ensino remoto emergencial (ERE) para os cursos de graduação da UFMG durante o período de pandemia da covid-19 e o calendário de retomada do primeiro período letivo de 2020. As aulas na graduação serão reiniciadas a partir do dia 3 de agosto, em regime remoto emergencial. O primeiro período letivo termina em 7 de novembro. As aulas na pós-graduação foram reiniciadas neste mês, conforme decisão do próprio Cepe.

Foi programado um recesso de três semanas até o início do segundo período letivo, no dia 30 de novembro. Seu término está previsto para 31 de março de 2021. O calendário prevê, ainda, recesso de Natal e Ano Novo (20 de dezembro a 3 de janeiro).

De acordo com a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, o novo calendário escolar foi elaborado pelo Cepe com base em reflexões das câmaras de Graduação, Pós-graduação, Pesquisa e Extensão. “Trata-se de mais uma etapa do processo de retomada gradual de nossas atividades. Tudo está sendo feito com planejamento e responsabilidade, diálogo com as unidades e a comunidade, respeitando as necessidades e contingências dos cursos e de seus professores e estudantes”, afirma a reitora.

Veja a resolução e o calendário aprovados.

 

Ensino remoto emergencial
A UFMG decidiu retomar suas atividades acadêmicas (graduação e pós-graduação) na modalidade remota emergencial. No caso da graduação, a Câmara de Graduação está elaborando, com base em propostas elaboradas por grupos de trabalho (GTs), diretrizes para regulamentar essa oferta. Os GTs, compostos de docentes e discentes, estão trabalhando no estabelecimento de diretrizes de estratégias de ensino-aprendizagem, atividades avaliativas e regime acadêmico.

O processo de retomada é composto de três etapas: a primeira consiste em diagnóstico, preparação e planejamento, regulamentação da oferta e integralização de atividades acadêmicas complementares e de atividades destinadas aos concluintes, além de ações de formação docente. Para a segunda etapa do processo, está prevista a adoção do ensino remoto emergencial propriamente dito. Em uma terceira etapa, ainda sem previsão de data, que dependerá das autoridades sanitárias locais, o ensino remoto emergencial coexistirá com a ampliação gradual das atividades presenciais

Para assegurar que os estudantes tenham condições de acompanhar as atividades remotas, a UFMG lançou sua Política de Inclusão Digital, composta de chamadas para auxílio para acesso à internet, compra e empréstimo de computadores para estudantes com dificuldades socioeconômicas e aquisição de equipamentos para estudantes com deficiência. Uma campanha de apadrinhamento digital também está em andamento para fornecer auxílio (em dinheiro ou em forma de equipamentos) para estudantes assistidos.

 

(Fonte: Notícias UFMG)

 


(01 de julho de 2020)

 

UFMG lança política de inclusão digital para garantir acesso ao ensino remoto emergencial
Por meio de quatro chamadas, serão oferecidos auxílio para acesso à internet, compra e empréstimo de computadores e aquisição de equipamentos para estudantes com deficiência

 

A UFMG divulgou nesta terça-feira, 30 de junho, quatro chamadas que integram a sua Política de Inclusão Digital, formulada para assegurar acesso do corpo discente a equipamentos de informática e a redes de internet. A medida é essencial para que todos os estudantes de graduação e pós-graduação, incluindo aqueles com deficiência, possam acompanhar as atividades que serão ministradas de forma emergencial e remota em meio à pandemia de covid-19.
 
De acordo com decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), as atividades na pós-graduação serão retomadas nesta quarta-feira, dia 1º de julho. As aulas na graduação, também em regime remoto e emergencial, recomeçam no dia 3 de agosto.
 
As quatro chamadas receberão inscrições de 1º a 20 de julho. A primeira é destinada à aquisição de equipamentos por estudantes de primeira graduação, em regime presencial, regularmente matriculados e frequentes. Será concedido um auxílio de R$ 1,5 mil.
 
A segunda prevê a oferta de auxílio para contratação de serviços de internet, softwares e outros recursos para beneficiar a inclusão de estudantes de graduação assistidos por programas da Universidade, regularmente matriculados e frequentes em cursos presenciais. Os valores serão de R$ 100 para assistidos nível 1, R$ 80, para o nível 2 e R$ 70, para o nível 3. O repasse será feito mensalmente durante o período de vigência do ensino emergencial remoto.

Ampliação de medidas
Também aberta a estudantes de graduação, a terceira chamada é focada em empréstimos de computadores. Serão priorizados os estudantes classificados nos níveis 1, 2 e 3 (nessa ordem), com avaliação socioeconômica em vigor, renda bruta per capita de até um salário mínimo e meio, sempre com preferência para as menores rendas brutas per capita. Estudantes não incluídos na Política de Assistência Estudantil da UFMG deverão solicitar avaliação socioeconômica, preenchendo o questionário disponível no site da Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump).
 
A quarta chamada destina-se à aquisição de material acadêmico específico (equipamentos de Tecnologia Assistiva e/ou tecnológicos) para estudantes de graduação com deficiência. Eles também devem estar cursando sua primeira graduação, além de regularmente matriculados e frequentes no primeiro semestre de 2020, acompanhados pelo Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) e assistidos por programas da UFMG gerenciadas pela Fump. Cada estudante poderá pleitear um valor único de até R$ 1,5 mil.

Na semana passada, a UFMG já havia lançado chamada destinada a estudantes de pós-graduação para acesso à internet.

De acordo com o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Tarcísio Mauro Vago, os recursos das chamadas de aquisição de equipamentos e contratação de serviços de internet são oriundos do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes). “Já a chamada de empréstimos de computadores conta com recursos próprios da UFMG. A Universidade firmou um contrato com uma empresa de aluguel dos equipamentos e vai repassá-los aos estudantes”, informa o pró-reitor.

O prazo de inscrições das quatro chamadas encerra-se inicialmente no dia 20 de julho. “A UFMG tem 7,5 mil estudantes assistidos, e vamos monitorar o andamento das inscrições. Se for necessário, faremos novas chamadas. Nossa intenção é promover uma busca ativa, por meio de telefonemas e ações em redes sociais para garantir que todos sejam incluídos nesse processo”, afirma o pró-reitor.

Além das chamadas, a política de inclusão digital da UFMG prevê a reestruturação da rede de internet sem fio nas moradias universitárias, com previsão de entrega na segunda semana de agosto.



Consulta
As chamadas de acesso à internet e a equipamentos de informática tiveram por base os resultados de consulta feitas a estudantes de graduação e pós-graduação para identificar as condições de acesso remoto e de estudos fora do ambiente acadêmico.
Na graduação, mais de 23 mil alunos participaram do levantamento, o que corresponde a 71,86% do número de estudantes ativos na instituição. Desse total, 12,9 mil estudantes são de ampla concorrência e 9,7 mil ingressantes pelo regime de reserva de vagas (cotas). Perto de 28% dos estudantes não responderam ao formulário.

Entre os graduandos que responderam à consulta, 19 mil declararam ter ótimas ou boas condições de acesso à Internet (82,29%). Outros 2,7 mil estudantes afirmaram ter condições razoáveis (11,72%) e 1,3 mil (5,99%) indicaram que suas condições são precárias.


Participaram da consulta mais de 23 mil alunos, o que corresponde a 71,86% dos estudantes ativos da graduação.
Na pós-graduação, quase cinco mil pessoas responderam ao formulário (2.481 mestrandos e 2.456 doutorandos), o que representa 51% do universo de estudantes ativos na UFMG nesse nível de ensino. Mais de 2,2 mil mestrandos afirmaram ter ótimas ou boas condições de acesso à Internet (89,82%), enquanto 153 disseram ter condições razoáveis (6,17%) e 121 declararam ter condições precárias (4,36%).

Entre os doutorandos, o índice daqueles que afirmaram ter ótimas ou boas condições de acesso à internet chega a 90,84% (2.231 estudantes). Outros 118 estudantes declararam ter condições razoáveis (4,81%) e 107 disseram ter condições precárias (4,36%).

O vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira avalia que o resultado da consulta foi expressivo e possibilita o planejamento de ações e estratégias para assegurar que o corpo discente tenha condições de acesso ao contedo das disciplinas por meio remoto emergencial. “Conseguimos traçar um retrato bem preciso das pessoas que participaram da consulta, e ele nos ajudou a atuar para assegurar que as medidas a serem adotadas [as quatro chamadas de graduação e a de pós-graduação] alcancem a totalidade das pessoas que precisam de suporte, sejam ou não estudantes assistidos pela UFMG por meio da Fump”, sustenta o professor.

Alessandro Moreira destaca que a UFMG também precisa olhar para o contingente de estudantes – em torno de 28% – que não responderam ao levantamento, dos quais 5.034 são estudantes que ingressaram na modalidade de ampla concorrência e 3.679, na de reserva de vagas. “É importante também adotar medidas para alcançar esse público, afirma o vice-reitor, indicando que o levantamento permitiu conhecer os cursos de graduação desses estudantes, o que assegura sua inclusão na política lançada pela Universidade.



Apadrinhamento digital
Outra frente que busca ampliar os níveis de inclusão digital do corpo discente da UFMG é a campanha de apadrinhamento lançada pela Fump. A Bolsa Apadrinhamento Inclusão Digital será destinada aos estudantes de Belo Horizonte e Montes Claros que não possuem equipamentos como computadores ou notebooks. Eles devem estar cursando a primeira graduação na UFMG e regularmente matriculados, frequentes e classificados socioeconomicamente pela Fump nos níveis I, II e III, nessa ordem de prioridade. O objetivo é oferecer oportunidade para que esses estudantes adquiram ou recebam um computador ou notebook para favorecer a realização das atividades acadêmicas necessárias à sua formação.

Os padrinhos e madrinhas poderão doar notebook ou computador com configuração mínima Core 2 Duo, 4GB, 500 HD / 120 SSD ou contribuir em dinheiro. Os depósitos de qualquer valor poderão ser feitos em contas correntes da Fump:

- Banco do Brasil: Agência: 1615-2 / conta corrente 22.942-3 - CNPJ da Fump: 17.220.583.0001-69
- Santander: Agência 4546 / conta corrente 13.004008-3 - CNPJ da Fump: 17.220.583.0001-69

O benefício será concedido por meio de bolsa no valor de R$ 1,5 mil depositado na conta do estudante assistido.


(Fonte: Notícias UFMG)

 


(26 de junho de 2020)

 

UFMG define diretrizes para retomada das atividades em regime remoto emergencial
Pós-graduação volta na quarta-feira, 1º de julho; retorno dos cursos de graduação ocorrerá a partir da primeira semana de agosto

 

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) definiu, em sessão nesta quinta-feira, dia 25, diretrizes para o retorno das atividades acadêmicas na UFMG de forma remota emergencial em meio à pandemia de Covid-19. O órgão aprovou resolução que estabelece que os programas de pós-graduação stricto sensu e lato sensu terão suas atividades reiniciadas a partir da próxima quarta-feira, 1º de julho, respeitando as necessidades e contingências de cada curso e do corpo discente.

Os cursos de graduação, por sua vez, retornam em um prazo mínimo de seis semanas. A decisão veio após reunião realizada com coordenadores, conforme recomendação da Câmara de Graduação. Ficou estabelecido que o reinício do primeiro período letivo ocorrerá a partir de 3 de agosto.

Em relação aos cursos de mestrado, doutorado e de especialização, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, que presidiu a reunião on-line do Cepe, informa que a Câmara de Pós-graduação deverá designar uma comissão para acompanhar a implantação e execução de atividades remotas emergenciais.

No caso da graduação, explica a reitora, a Câmara de Graduação deverá, nesse prazo de seis semanas, fornecer, com base em propostas elaboradas por Grupos de Trabalho (GTs), diretrizes para regulamentar a oferta de atividades acadêmicas curriculares na modalidade remota emergencial. Os GTs, compostos de docentes e discentes, estão trabalhando no estabelecimento de diretrizes de estratégias de ensino-aprendizagem, atividades avaliativas e regime acadêmico. “Caberá aos colegiados, com base nessas diretrizes, programar as atividades que poderão ser ofertadas remotamente. Para isso, haverá um período para ajustes das matrículas. Também serão definidas ações para avaliação e monitoramento das estratégias adotadas nas três fases previstas para o processo de retomada das aulas, conforme descrito no documento Síntese das reflexões e recomendações", explica Sandra Goulart.

A primeira etapa da retomada consiste no diagnóstico, planejamento, regulamentação da oferta e integralização de atividades acadêmicas complementares e de atividades voltadas para os concluintes, além de ações de formação docente. Em sua segunda etapa, o processo prevê a adoção do ensino remoto emergencial propriamente dito. Na terceira etapa, o ensino remoto emergencial coexistirá com a ampliação gradual das atividades presenciais.

Também ficou decidido que um novo calendário escolar será elaborado. “Isso será feito pelo próprio Cepe, com base nas reflexões das câmaras de Graduação, Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão”, informa Sandra Goulart.

Ampla consulta
A reunião desta quinta-feira foi convocada para que os conselheiros analisassem as propostas concebidas com base nas consultas às unidades, aos colegiados de Graduação e de Pós-graduação, aos centros de extensão e aos núcleos de pesquisa. O resultado das consultas foi, primeiramente, sistematizado pelas câmaras de graduação e de pós-graduação, apresentado e debatido em reuniões do Cepe, em 10 de junho, e do Conselho Universitário, em 15 de junho.

Em seguida, os documentos foram encaminhados às unidades acadêmicas para que fosse dado conhecimento à comunidade universitária e colhidas reflexões e sugestões adicionais com objetivo de subsidiar o Cepe nas decisões sobre início da retomada das atividades acadêmicas de graduação e de pós-graduação.

Formação docente
Diante da necessidade de consolidação de plano de ação emergencial para apoio à comunidade acadêmica na preparação para o ensino no contexto de crise pandêmica, foi criado o Programa Integração Docente - ações formativas para as práticas pedagógicas. O Programa é resultado de articulação entre a Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino (GIZ/Prograd), Centro de Apoio à Educação a Distância (Caed) e Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), em integração com o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI), Cedecom e Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC).
 
Desde maio, têm sido disponibilizados, para a comunidade acadêmica, fóruns, oficinas, cursos, webinars e outras ações virtuais de apoio ao uso de tecnologias digitais no ensino. Até o momento, foram oferecidas, por meio de oficinas e minicursos, aproximadamente 1 mil vagas para formação de docentes e 450 vagas para estudantes.

Inclusão digital
Uma das principais preocupações da UFMG em seu processo de retomada das atividades acadêmicas em regime remoto emergencial é garantir a qualidade de acesso à internet e a equipamentos para estudantes de graduação e de pós-graduação. O vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira explica que uma série de ações foi elaborada e será posta em prática imediatamente. As propostas, que se basearam nos resultados preliminares da consulta aos estudantes de graduação e de pós-graduação, foram formuladas em conjunto pelas pró-reitorias de Assuntos Estudantis, Graduação e de Pós-graduação, pela Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump) e pelo Comitê de Acompanhamento de Estudantes.

Os estudantes de pós-graduação, por exemplo, já podem participar da chamada de acesso à internet –para a compra de pacote de dados –, lançada nesta semana. Os interessados devem preencher o formulário socioeconômico. Já os estudantes de graduação serão beneficiados com chamadas de acesso à internet, aquisição de notebook, de equipamentos para alunos com deficiência e de apadrinhamento coordenadas pela Fump. Esses processos serão deflagrados já na próxima semana.

Outra frente de ação é o empréstimo de notebook a estudantes de graduação e de pós-graduação, cuja chamada também será aberta na próxima semana. Estudantes indígenas e quilombolas também receberão apoio específico. “É um projeto que será lançado no próximo mês”, informa o vice-reitor Alessandro Moreira. Além disso, a rede de internet sem fio nas moradias universitárias será reestruturada, com previsão de entrega na segunda semana de agosto.


(Fonte: Notícias UFMG)

 


(15 de junho de 2020)

 

INFORMATIVO SOBRE PRODUTOS DESINFETANTES PARA O ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA DE COVID-19


Professores do Departamento de Química da UFMG publicaram um informativo sobre produtos desinfetantes para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Este informativo comenta os principais produtos germicidas aprovados pela ANVISA e faz um detalhamento sobre os sais de amônio quaternários (QUATs), que são componentes usuais de desinfetantes hospitalares e tem sido empregados em diversos países e no Brasil, em locais públicos, como forma de proteção contra o coronavírus SARS-CoV-2.

 


Para ler o informativo, CLIQUE AQUI.

 

Informações e dúvidas: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 


(05 de junho de 2020)

 

REFLEXÕES SOBRE A RETOMADA DE ATIVIDADES ACADÊMICAS NA UFMG NO CONTEXTO DA PANDEMIA DA COVID-19

Comissão Permanente de Ações Afirmativas e Inclusão da UFMG

 

Diante das instabilidades e incertezas que a pandemia do novo coronavírus traz à sociedade, as instituições têm se confrontado com novos desafios. Ao mesmo tempo em que demandam adaptações em relação a processos estáveis, tal contexto ameaça o curso de políticas de ação afirmativa, pois a pandemia tende a atingir de modo mais intenso os setores mais vulneráveis da sociedade1, tais como negras e negros (e em especial os quilombolas), indígenas; mulheres; LGBTI’s; pessoas com deficiência.

Frente a necessidade de distanciamento social ressaltada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como medida fundamental no combate à pandemia, as salas de aula se tornaram temidas. Instituições de ensino em todo o mundo têm implementado medidas para garantir a segurança de seus corpos docentes, discentes e técnico-administrativo. Entre elas, o ensino remoto tem sido frequentemente utilizado pelo ensino superior.

Este documento, elaborado pela Comissão Permanente de Ações Afirmativas e Inclusão (CPAAI) da UFMG, parte de tal contextualização para debater a retomada de atividades acadêmicas pela Universidade. Foi elaborado a partir de discussões (remotas) da CPAAI e se funda nas diretrizes da OMS e do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do novo Coronavírus da UFMG.

 

Leia o comunicado na íntegra - CLIQUE AQUI

 


(26 de maio de 2020)

 

 

O Comitê Local de Enfrentamento ao Coronavírus na FALE informa a toda comunidade da criação de um canal exclusivo de comunicação, que funcionará como um fórum ampliado de discussões das questões relativas à pandemia, dentre as quais a retomada de nossas atividades, que ocorrerá de forma organizada e com planejamento de ações para curto, médio e longo prazos, muitas das quais já se encontram em andamento.

Para sugestões, dúvidas e informações, envie e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

O Prof. Lorenzo Teixeira Vitral estará em interlocução direta com a comunidade para ouvi-la e encaminhar suas mensagens aos demais membros do Comitê Local da FALE e também do Comitê Central da UFMG. 

Aguardamos, pois, a manifestação de nossa comunidade, de modo a nos ajudar a pensar e a encontrar as ações mais adequadas.

 

Cordialmente,

Comitê Local de Enfrentamento ao Coronavírus na FALE
Profª Sueli Maria Coelho
Profª Heloísa Maria Moraes Moreira Penna
Prof. Lorenzo Teixeira Vitral
Ernandes Rodrigo Norberto
Paula Mariela de Castro Sollero

 


(25 de maio de 2020)

 

COMUNICADO COM ORIENTAÇÕES DO COMITÊ LOCAL DE ENFRENTAMENTO DO CORONAVÍRUS NA FALE/UFMG

 

Visando a dirimir possíveis dúvidas relativas à suspensão das atividades administrativas de forma presencial e o planejamento do trabalho remoto instituído pelo Ofício Circular Nº 0111/2020/PRORH/UFMG, o Comitê Local de Enfrentamento ao Coronavírus na Faculdade de Letras vem apresentar as seguintes orientações:

(1) Os servidores – docentes e técnicos administrativos – deverão organizar suas atividades de forma a executá-las remotamente, sempre que a atividade assim o permitir;

(2) Não há restrição de quais serviços devem ou não ser mantidos; toda e qualquer atividade passível de ser realizada de forma remota deverá ser realizada sem qualquer interrupção;

(3) Os responsáveis pelos setores deverão estar disponíveis por e-mail ou por telefone tanto para auxiliar os demais servidores de seu setor quanto para responder às eventuais demandas de outros setores da FALE e da UFMG;

(4) Caso seja necessário comparecer à FALE para realizar alguma atividade, o(a) servidor(a) deverá seguir todas as orientações de segurança sanitária determinadas pelas autoridades competentes. Nesse caso, recomenda-se que esse procedimento seja realizado, preferencialmente, por servidores com transporte próprio;

(5) A exemplo de todas as instâncias da UFMG, que estão avaliando e definindo estratégias para um futuro retorno às atividades, é recomendável que também os diversos setores da FALE, em interação com suas respectivas chefias, comecem a pensar em protocolos de atendimentos, de modo a subsidiar o Comitê Local;

(6) O comitê Local de enfrentamento ao Coronavírus já está estudando medidas de segurança sanitária para o atendimento presencial, quando este ocorrer, tais como instalação de dispositivo com álcool gel em pontos estratégicos, disponibilização de álcool 80 para higienização dos setores, instalação de proteção de acrílico em guichês de atendimento, recomendação veemente do uso de máscara nos espaços da faculdade.

Essas orientações estão ancoradas nas normativas governamentais ora vigentes, podendo ser alteradas a qualquer momento, de acordo com a evolução do quadro pandêmico que está instalado.

Ressaltamos que o ineditismo da situação nos impõe a busca por soluções até então impensadas e requer de todo(a)s nós um olhar criterioso sobre os desafios que estão postos.

Fiquem bem, protejam-se!

 

Cordialmente,

Comitê Local de Enfrentamento ao Coronavírus.

Prof.ª Sueli Maria Coelho

Prof.ª Heloísa Maria Maraes Moreira Penna

Ernandes Rodrigo Norberto

Paula Mariela de Castro Sollero

 


(20 de maio de 2020)

 

Esforço da Prograd projeta adaptação responsável à ‘nova normalidade’
Ações da Pró-reitoria de Graduação são pautadas pela garantia da qualidade do ensino e de condições iguais de acesso para todos os estudantes

 

 

Volta às aulas. A expressão consagrada, que diz respeito, desde sempre, ao início dos meses de março e agosto, hoje está carregada de incerteza. Ainda não é possível cravar quando será seguro retomar atividades presenciais na UFMG, tendo em vista os riscos de disseminação do novo coronavírus. Mas algumas coisas são certas: estudantes, professores e técnicos retornarão para o que está sendo chamado “nova normalidade”, e a Pró-reitoria de Graduação trabalha para planejar essa volta, definindo princípios e procedimentos, em diálogo com outras instâncias da Universidade.

“Em sintonia com as recomendações das autoridades sanitárias e do comitê de enfrentamento à pandemia na UFMG, avaliamos que o retorno às aulas e demais atividades presenciais será escalonado, respeitando-se distanciamento mínimo entre estudantes nas salas e auditórios”, exemplifica a pró-reitora de Graduação, Benigna Maria de Oliveira. “Em todas as reuniões da Câmara de Graduação e das equipes da Prograd, tem sido reiterada a importância de garantir a qualidade do ensino, de considerar a heterogeneidade dos corpos discente, docente e de servidores técnico-administrativos em educação, a infraestrutura física e computacional da UFMG e de respeitar as normas vigentes.”

Benigna enfatiza também que, para o estabelecimento de diretrizes visando à recomposição do calendário escolar e possíveis adaptações temporárias nas estruturas curriculares dos cursos, será imprescindível a participação dos colegiados de cursos, núcleos docentes estruturantes e do comitê que acompanha as necessidades dos estudantes.
 
 

Leia a matéria na íntegra - CLIQUE AQUI

 

(Fonte: Comunicação UFMG)

 


(01 de abril de 2020)

 

 Nota conjunta das Universidades mineiras, dirigida ao governador de Minas, a prefeitos e à sociedade, em  defesa do isolamento social como medida de enfrentamento da Covid-19

As instituições de ensino superior públicas do Estado de Minas Gerais (FORIPES), juntamente com a PUCMinas, que em conjunto assinam este documento, manifestam apoio às orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), do Ministério da Saúde, e da Secretaria de Estado de Saúde, assim como das principais entidades médicas, sanitárias e científicas do país e do mundo, quanto à manutenção do isolamento social como medida indispensável para o enfrentamento da COVID-19.

Neste sentido, consideramos necessário respeitar todas as recomendações técnicas pelos próximos dias para que se possa avaliar o comportamento epidemiológico da doença no Brasil e o consequente impacto das medidas adotadas anteriormente. Para isso, é necessário intensificar as estratégias de isolamento para conter o avanço da pandemia, assim como para garantir tempo para que nosso sistema de saúde possa se organizar adequadamente.

No Estado de Minas Gerais observa-se que grande parte dos municípios ainda aguarda a chegada de equipamentos de proteção individual (máscaras, luvas e aventais), assim como equipamentos hospitalares, como respiradores mecânicos, sendo estes tão necessários nos casos de pacientes com problemas respiratórios. Além disso, é necessário disponibilizar mais testes do novo coronavírus, de forma compatível com o tamanho da população, buscando evitar a subestimação do número de casos. Precisamos da determinação das autoridades municipais, estaduais e federais para manter o comércio fechado e as aulas suspensas e atividades remotas. Para aquelas atividades consideradas como legalmente essenciais, é fundamental que as orientações de prevenção e proteção sejam cuidadosamente observadas.

O mundo todo vem mostrando a gravidade da pandemia que enfrentamos. Milhares de vidas já foram perdidas e os números são crescentes. Países desenvolvidos estão sofrendo para vencer o novo coronavírus. Neste momento, medidas necessárias devem ser implementadas, mesmo que duras, diante do reflexo positivo, cientificamente comprovado, para que vidas possam ser salvas. Evidentemente, temos plena consciência da grave crise econômica que enfrentamos e enfrentaremos à frente, porém é momento de defender o bem maior de cada um de nós, ou seja, a vida!

Finalizamos, dizendo que a voz da ciência deve ser ouvida, o SUS deve ser valorizado e fortalecido e nosso povo, especialmente os mais carentes, deve ser apoiado economicamente enquanto durar a pandemia.

Fiquem em casa. A vida é nosso valor maior. Todos são importantes.



Prof. Flávio Antônio dos Santos – Centro Federal de Educação Tecnológica – CEFET/MG
Prof. Kléber Gonçalves Glória – Instituto Federal de Minas Gerais – IFMG
Prof. José Ricardo Martins da Silva – Instituto Federal do Norte de Minas Gerais – IFNMG
Prof. Charles Okama de Souza – Instituto Federal do Sudeste de Minas – IFSEMG
Prof. Marcelo Bregagnoli – Instituto Federal do Sul de Minas Gerais – IF SUL DE MINAS
Profª Deborah Santesso Bonnas – Instituto Federal do Triângulo Mineiro – IFTM
Profª Lavínia Rosa Rodrigues – Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG
Prof. Antônio Alvimar Souza – Universidade Estadual de Montes Claros – UNIMONTES
Prof. Sandro Amadeu Cerveira – Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL-MG
Prof. Dagoberto Alves de Almeida – Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI
Prof. Marcus Vinícius David – Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF
Prof. José Roberto Soares Scolforo – Universidade Federal de Lavras – UFLA
Profª Sandra Regina Goulart Almeida – Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Profª Claúdia Aparecida Marliére de Lima – Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP
Prof. Sérgio Augusto Araújo da Gama Cerqueira – Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ
Prof. Valder Steffen Junior – Universidade Federal de Uberlândia – UFU
Prof. Demétrius David da Silva – Universidade Federal de Viçosa – UFV
Prof. Luiz Fernando Resende dos Santos Anjo – Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM
Prof. Janir Alves Soares – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
Prof. Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC MINAS 

 

Para ver a Nota, CLIQUE AQUI.

 


(01 de abril de 2020)

 

UFMG na corrida pela descoberta da vacina

Professor revela que universidade está engajada no trabalho científico relacionado à COVID-19 e reclama da falta de apoio à pesquisa no Brasil

 

 

Foto: Flávio Fonseca, virologista do Centro de Tecnologia em Vacina da UFMG e integrante do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do Novo Coronavírus.

 

Quais são as ações da UFMG para o enfrentamento da Covid-19?

Há muitas ações nas áreas sociais, psicologia, apoio ao estudante, apoio ao profissional que está no estrangeiro. Isso tudo acontecendo. Doação de luvas e material clínico para hospitais. Vou focar nas ações de ciência e saúde focadas na crise da COVID-19. Há três dias, terminamos todo o mapeamento de capacidade instalada dos pesquisadores das ciências biológicas dentro da universidade. Fazer o teste da COVID-19, baseado no PCR, que está sendo realizado no Brasil inteiro, há três laboratórios que têm capacidade instalada de fazer o teste, de imediato. O diagnóstico é um grande gargalo hoje. Os órgãos oficiais não conseguem dar esse diagnóstico em tempo rápido por causa do grande número de amostras que estão recebendo, o grande número de exames que eles têm que fazer. UFMG ofertou essa capacidade instalada e a competência dos seus pesquisadores para participar desse esforço de diagnóstico. No Hospital Risoleta Neves, já iniciamos os testes de profissionais e pacientes. O mesmo com o Hospital das Clínicas. Hoje, três laboratórios já estão dando suporte ao diagnóstico. Ainda não conseguimos dar suporte ao diagnóstico da Funed no estado, porque há entraves legais importantes, já que os laboratórios da universidade não são laboratórios de diagnóstico clínico. Não temos alvará sanitário para isso. Mas, no momento de crise, nós temos a competência para dar esse suporte.

E em relação às vacinas e aos tratamentos? Quais pesquisas estão em andamento?

A universidade já começou o desenvolvimento de vacinas. Existe grande corrida mundial para se alcançar uma vacina e a universidade participa desse esforço mundial. Há esforço para geração de novas drogas e testes de drogas, como já foi noticiado pela imprensa internacional. Também fazemos parte desse esforço, UFMG e outras universidades brasileiras. E também o desenvolvimento de novos sistemas sorológicos de diagnóstico, uma vez que a gente entende que o teste molecular, feito normalmente, demanda capacidade técnica muito elevada e essa é uma das razões na liberação de resultados pelos órgãos oficiais. Esses testes sorológicos seriam importantes para dar agilidade e amplitude, ampliar a capacidade de diagnóstico. O Ministério da Saúde está comprando parte desses testes sorológicos, mas é importante a nacionalização desses testes, uma vez que a gente não sabe como vai ser a oferta deles no mercado internacional. O mundo inteiro está querendo comprar. A UFMG está profundamente engajada no desenvolvimento científico relacionado à COVID-19.


E qual é o cenário para que a universidade pública desenvolva pesquisas científicas?

Paralelamente, a gente vive essa situação contraditória. A ciência brasileira nunca esteve tão desprestigiada, por ações do próprio governo, e com tão poucos recursos. No meio dessa crise, em 18 de março, recebemos ofício da Capes, responsável pelas bolsas de pós-graduação no Brasil, cortando quatro bolsas de doutorado e mais duas de mestrado do nosso programa de microbiologia. Isso envolve exatamente professores pesquisadores e alunos que estão diretamente envolvidos em estudos de doenças infecciosas, como é o caso da Covid-19. No acumulado, perdemos nove bolsas do doutorado e seis bolsas do mestrado se comparar 2020 a 2019. A gente sabe que numa universidade a grande massa de trabalho do pesquisador é o estudante de pós-graduação. O corte dessas bolsas representa um golpe duríssimo na capacidade dos laboratórios em gerar pesquisa e gerar estudos. Estamos perdendo essa massa de trabalho. Os estudantes ficam desestimulados. O número de estudantes entrando para fazer pós-graduação em ciência biológica, microbiologia, cai ano a ano por causa desse desprestígio. Situação contraditória: em momento de crise internacional em virtude de uma pandemia, instalam-se todos os olhares de ajuda e súplica exatamente para a ciência, que foi tão vilipendiada e tão ridicularizada no passado. Agora, o governo começa a disponibilizar recursos para tentar reaparelhar a ciência para a gente dar uma resposta. Mas foram as próprias ações governamentais que desestruturaram a ciência brasileira.



(Fonte: Estado de Minas - 29/03/2020)

  


(31 de março de 2020)

 

Vídeo com a tradução para a Libras do Ofício Circular nº 5/2020 - Prograd-GAB-UFMG, de 20 de março de 2020, no qual a Câmara de Graduação (CG) do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) decidiu recomendar, de forma unânime, que durante o período em que vigorar a suspensão das aulas presenciais, o ensino de graduação da UFMG não substitua tais aulas por aulas em meios digitais, uma vez que a heterogeneidade do corpo discente da UFMG não permite garantir que todos terão acesso frequente e estável aos recursos computacionais necessários para acompanhamento das atividades

 

Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=CpkZ_0E8W5s&t=2s

 


(31 de março de 2020)

 

Informação de fontes seguras é fundamental para enfrentar a pandemia

Professora Cristina Alvim, coordenadora do comitê de prevenção e ações contra a Covid-19 na UFMG, esclarece diversos pontos sobre o novo coronavírus

 

 

 

O que é transmissão comunitária, por que o isolamento social é necessário, quando buscar um médico ou fazer o exame? Esclarecimentos para essas e outras questões relacionadas à pandemia de Covid-19 estão contidos em entrevista com a professora Cristina Alvim, da Faculdade de Medicina, assessora da Reitoria para a Área de Saúde e coordenadora do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento ao Novo Coronavírus da UFMG.  

 

Leia a matéria na íntegra - CLIQUE AQUI

 

(Fonte: Comunicação UFMG)

 


(20 de março de 2020)

 

A Câmara de Graduação (CG) do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) decidiu recomendar, de forma unânime, que durante o período em que vigorar a suspensão das aulas presenciais, o ensino de graduação da UFMG não substitua tais aulas por aulas em meios digitais, uma vez que a heterogeneidade do corpo discente da UFMG não permite garantir que todos terão acesso frequente e estável aos recursos computacionais necessários para acompanhamento das atividades.

 

Leia o comunicado na íntegra - CLIQUE AQUI

 

 


(20 de março de 2020)

 

Ofício da Pró-reitoria de Recursos Humanos da UFMG, no qual determina a suspensão das atividades administrativas de forma presencial, assim como o planejamento de execução de trabalho remoto, a partir de segunda-feira, 23 de março de 2020, por tempo indeterminado.

 

Leia o comunicado na íntegra - CLIQUE AQUI 

  


(19 de março de 2020)

 

Conforme ofício circular da Pró-reitoria de Administração da UFMG, de 19/03/2020, a partir de amanhã, 20 de março de 2020, estão interrompidas as atividades de todas as cantinas e restaurantes instalados na UFMG, em cumprimento ao Decreto 17.304, de 18 de março de 2020, da Prefeitura de Belo Horizonte, que suspende temporariamente os alvarás de funcionamento de bares, restaurantes e lanchonetes da cidade.

 


(18 de março de 2020)

 

Nota oficial da Faculdade de Letras da UFMG sobre a jornada de trabalho e procedimentos internos para adequação às determinações referentes à emergência de saúde pública decorrente do Coronavírus (COVID-19).

  

Leia o comunicado na íntegra - CLIQUE AQUI

 


(18 de março de 2020)

 

Vídeo com a tradução para a Libras das 'ORIENTAÇÕES RELATIVAS À SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS', publicada na data de ontem, 17 de março de 2020,  pelos Colegiados da FALE/UFMG em conjunto com a Seção de Ensino.

 

 Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=rcEJfQXgajY               

  


(17 de março de 2020)

 

ORIENTAÇÕES RELATIVAS À SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS

 

Em virtude da suspensão das atividades acadêmicas por tempo indeterminado, como uma medida adotada pela Universidade Federal de Minas Gerais para tentar reduzir o avanço da contaminação pelo novo coronavírus, a FALE faz novo comunicado direcionado aos professores e alunos, a respeito da opção pela modalidade semipresencial de aula a ser adotada, e sobre ações de prevenção e enfrentamento ao COVID-19 na UFMG.

 

Leia o comunicado na íntegra - CLIQUE AQUI

 


(16 de março de 2020)

 

UFMG anuncia suspensão das aulas presenciais a partir de quarta-feira, 18
Medida, tomada em consonância com as diretrizes do fórum de reitores das universidades mineiras, dá continuidade às ações para conter o avanço do coronavírus



As aulas presenciais dos cursos de graduação, pós-graduação e de extensão serão suspensas a partir desta quarta-feira, 18 de março, por tempo indeterminado. A medida, tomada agora há pouco, dá continuidade à série de alterações em seus processos e procedimentos que a UFMG vem adotando há 15 dias como forma de contribuir para a mitigação do avanço da pandemia da Covid-19, provocada pelo novo coronavírus.

 

Leia a matéria na íntegraCLIQUE AQUI



(Fonte: Assessoria de Imprensa da UFMG)


(16 de março de 2020)

 

O Ministério da Saúde, desde o mês de janeiro deste ano, instalou o Centro de Operações de Emergência (COE) - Coronavírus e criou uma cartilha de medidas não farmacológicas de extrema importância no período em que nos encontramos, o da prevenção do contágio.

Mas o que são medidas não farmacológicas? São aquelas adotadas visando a prevenção.

 

 

Para acessar a cartilha CLIQUE AQUI.

 

 


(16 de março de 2020)

 

A Diretoria da Faculdade de Letras, sensível à insegurança que acomete toda nossa comunidade com a pandemia da doença COVID-19, vem a público divulgar o conjunto de ações e de recomendações adotados nesta Unidade, visando à prevenção da disseminação do novo coronavírus.

 

 

 

Comitê Local de Enfrentamento ao Novo Coronavírus na FALE

  • Profª Drª Sueli Maria Coelho (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)
  • Profª Drª Heloísa Maria Moraes Moreira Penna (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)
  • Prof. Dr. Lorenzo Teixeira Vitral (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.) 
  • Ernandes Rodrigo Norberto - TAE (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)
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  • Sandra Rinco Dutra - TAE (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)
  • Iuri Rodrigues Silva - Graduação (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)
  • Gabriel Caixeta de Paula Müller - Pós-graduação (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)

 

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