Governo Federal

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Institucional

 

Histórico

 

Diretores da FALE (Desde 1969)

 

Graduados em Letras (desde 1943)

 

Memória

70 anos do curso de Letras (em construção)

2000 teses e dissertações

Inauguração da galeria dos diretores (em construção) 

José Lourenço de Oliveira: vida e obra

 

Regimento da FALE

 

Cursos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 HISTÓRICO

 

A FUNDAÇÃO
 

A história da criação do Curso de Letras da UFMG começa no final dos anos 30 do século XX, antes mesmo da instalação da primeira turma, em 1941. Naquela época um grupo de intelectuais mineiros, em sua maioria vinculados ao Colégio Marconi de Belo Horizonte, decidiu fundar uma instituição de ensino superior destinada a formar professores na capital mineira. Os cursos superiores aqui instalados desde o final do século XIX e início do século XX estavam voltados basicamente para a formação de engenheiros, médicos, dentistas, farmacêuticos e advogados. E foi justamente da Faculdade de Direito de Minas Gerais que veio boa parte dos primeiros professores da nova instituição, denominada Faculdade de Filosofia de Minas Gerais (FAFI-MG), cuja fundação ocorreu em 21 de abril de 1939. A foto a seguir retrata o ato fundacional, com seus principais personagens.
 

 

Profs. Arthur Versiani Velloso, Braz Pellegrino, Lúcio José dos Santos (Diretor), Padre Clóvis de Souza e Silva e José Lourenço de Oliveira


Dois anos após o ato oficial de fundação da Faculdade, o Prof. Lúcio José dos Santos (1875-1944), retratado na foto acima, ministrou a aula inaugural, simbolizando o início oficial dos cursos deLetras ClássicasLetras Neolatinas, Filosofia, Matemática, Geografia, História e Ciências Sociais. Essa aula foi ministrada em 18 de março de 1941, no Colégio Marconi, localizado no Bairro Santo Agostinho em Belo Horizonte, onde funcionaram os cursos até abril de 1942. Desse ano até 1952, as atividades dos cursos estiveram sediadas na antiga Escola Normal Modelo, hoje Instituto de Educação de Minas Gerais, localizado no Bairro Funcionários.
 

   

Colégio Marconi (1941)

Instituto de Educação (1942 a 1952)
(Antiga Escola Normal Modelo)

 

OS PRIMEIROS PROFESSORES
 

Dentre os professores catedráticos que formularam os primeiros programas das disciplinas e ministraram as aulas no início do Curso de Letras, destacam-se:

 

     

José Lourenço de Oliveira (1904-1984)

LÍNGUA LATINA

Mário Casassanta (1898-1963)

LÍNGUA PORTUGUESA

Aires da Mata Machado filho (1909-1985)

FILOLOGIA ROMÂNICA

 

 

 

     

Guilhermino César (1908-1993)

LITERATURA BRASILEIRA

Abgar Renault (1901-1995)

LÍNGUA E LITERATURA INGLESA

Eduardo Frieiro (1889-1982)

LITERATURA HISPANO-AMERICANA

 

     

Cláudio da Silva Brandão (1894-1965)

LÍNGUA E LITERATURA GREGA

Arduíno Bolivar (1873-1952)

LITERATURA LATINA

Orlando Magalhães Carvalho (1910-1998)

LÍNGUA E LITERATURA FRANCESA

 

     

José Carlos Lisboa (1902-1994)

LÍNGUA E LITERATURA ESPANHOLA

Vincenzo Spinelli (1896-1973)

LÍNGUA E LITERATURA ITALIANA

Orozimbo Nonato da Silva (1891-1991)

LITERATURA PORTUGUESA


Dentre os professores, o Prof. José Lourenço de Oliveira (1904-1984) adquire especial destaque para o Curso de Letras, pois, além de desempenhar um papel importante na fundação e administração da nova Instituição (veja foto do ato fundacional), foi um dos pioneiros da pesquisa linguística em Minas Gerais e Professor Catedrático do Curso de Letras de 1941 a 1969, tendo sido agraciado com o título de Professor Emérito da Faculdade de Letras da UFMG em 1974.
 

OS PRIMEIROS ALUNOS
 

Em março de 1941, sete alunos se matricularam na primeira turma do Curso de Letras após a aprovação do vestibular, sendo dois em Letras Clássicas (João Etienne Arregui Filho e Rubens Costa Romanelli) e cinco em Letras Neolatinas (Cornélia Gomes de Pádua, Hélio de Almeida Brum, Maria da Conceição Assunção, Marília de Dirceu Amorim e Natália Amorim). Em 1943, Rubens Costa Romanelli, Maria da Conceição Assunção, Marília de Dirceu Amorim e Natália Amorim colaram grau no Bacharelado, que tinha a duração de três anos. O complemento de disciplinas pedagógicas por mais um ano qualificava os bacharéis para a Licenciatura.
 

Da primeira turma, há que se destacar o nome de Rubens Costa Romanelli (1913-1978), que, logo depois de formado, veio a integrar o quadro de professores da própria Faculdade e bem mais adiante presidiu a comissão de criação do Curso de Pós-Graduação em Letras na FALE, em 1973, sendo eleito o primeiro Coordenador.
 

   

Rubens Costa Romanelli: 1943 (Colação de Grau em Letras Clássicas) e 1972


Da segunda turma, que iniciou o curso em 1942, destacamos dois alunos: Wilton Cardoso de Souza (1916-1999) e Maria Luiza Ramos. Logo depois de formado, Wilton Cardoso já começou a atuar como assistente dos professores catedráticos de Literatura Portuguesa e de Literatura Brasileira, e na década de 1960 assumiu a titularidade de disciplinas como professor da nossa Faculdade até a sua aposentadoria em 1986. A professora Maria Luiza Ramos também atuou na nossa Faculdade, como professora titular, até a sua aposentadoria em 1983 e publicou um livro marcante no âmbito da teoria da literatura: Fenomenologia da obra literária.
 

     

Wilton Cardoso de Souza (década de 1970)

Maria Luiza Ramos: década de 1940 e 2006

 

Da turma de 1943, destacamos duas alunas que ganharam destaque no mundo artístico: Laís Corrêa de Araújo (1928-2006), que foi considerada uma das principais personalidades femininas da poesia brasileira moderna e Maria Lúcia Godoy, cantora lírica mundialmente referenciada.
 

   

Laís Corrêa de Araújo (década de 1950)

Maria Lúcia Godoy


A turma de 1946 nos presenteou Ângela Toneli Vaz Leão, Professora Livre-docente e Titular pela UFMG, agraciada com o título de Professora Emérita desta Faculdade em 1990, onde atuou como professora e pesquisadora de 1959 a 1987. Foi a primeira Diretora da nossa Faculdade, entre 1969 e 1973.
 

   

Ângela Toneli Vaz Leão: Década de 1940 e 2009

 

DESENVOLVIMENTOS
 

Em 1948, a Faculdade de Filosofia, que até então era particular, tornou-se uma instituição pública estadual, sendo integrada à Universidade de Minas Gerais (UMG). Logo a seguir, em 1949, a UMG foi federalizada, tornando-se mais tarde UFMG. Nessa mudança, a antiga Faculdade de Filosofia tornou-se Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Em 1953, o Curso de Letras deixou a antiga Escola Normal e passou a funcionar no Edifício Acaiaca, no Centro de Belo Horizonte, onde permaneceu até 1961, quando se instalou no antigo prédio da FAFICH, na Rua Carangola, Bairro Santo Antônio, e lá permaneceu até 1982. 
 

 

 

Edifício Acaiaca (1953 a 1960)

Prédio da Rua Carangola (1961 a 1982)

 

Em 1968, em decorrência de lei federal que reestruturou a Universidade brasileira, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras se desmembrou, dando lugar a seis unidades da UFMG: o Instituto de Ciências Biológicas, o Instituto de Ciências Exatas, o Instituto de Geociências, a Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, a Faculdade de Educação e a nossa Faculdade de Letras.Em 26 de novembro de 1968, instalou-se solenemente a Congregação da Faculdade de Letras (FALE) e já nesta primeira reunião foi eleita a lista tríplice para a nomeação do Diretor efetivo. Em 28 de fevereiro de 1969, a Profa. Ângela Vaz Leão, integrante da referida lista tríplice, foi nomeada a primeira Diretora da FALE.

 

O estatuto administrativo da unidade que geriu as atividades do Curso de Letras passou de Secção de Letras, na década de 1940, para Departamento de Letras, na década de 1950 até 1968, quando se tornou Faculdade de Letras a partir de 1969.
 

Além de Letras Neolatinas e Letras Clássicas, criados em 1941, em 1942 foi criado o curso de Letras Anglo-Germânicas. Mais tarde, no início da década de 1960, começam ser ofertadas versões mais específicas do Curso, sob a forma de habilitações: Língua Inglesa, Língua Francesa, Língua Italiana, Língua Espanhola, Língua Alemã, Língua Latina e Língua Grega.
 

No início da década de 1970 foi criado o Centro de Extensão da FALE.
 

Desde a década de 50 do século XX, no âmbito da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, até o ano de 1973, já no âmbito da Faculdade de Letras - criada em 1968 - eram constituídos concursos de Livre-docência e de doutoramento para cátedras de Língua Portuguesa, Língua Latina, Literatura Brasileira e Literatura Latina. Nesse período, 33 teses foram defendidas.
 

Em 1973, foi criado o Curso de Pós-Graduação em Letras (clique aqui para o acesso à Ata da Reunião para Constituição do Colegiado do Curso em 22/03/1973 e à Ata da Primeira Reunião do Colegiado em 16/04/1973). Seis áreas de concentração compunham a estrutura acadêmica do Mestrado em Letras: Linguística, Teoria da Literatura, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Língua Inglesa e Língua Francesa (não efetivada). O primeiro Colegiado contou com os seguintes membros, todos docentes do Curso: Angela Vaz Leão, Eunice Souza Lima Pontes, José Henrique Santos e Rubens Costa Romanelli (Presidente). A primeira sessão de defesa de dissertação ocorreu em 1977, no campo dos estudos linguísticos, pelo mestrando Francisco de Filippo, orientado pelo Prof. Mário Alberto Perini. No campo dos estudos literários, a primeira defesa de dissertação ocorreu no ano seguinte, em 1978, pelo mestrando Lauro Belchior Mendes, orientado pela Profª Letícia Malard.

 

ATUALIDADE
 

Em 1983, A Faculdade de Letras passa a funcionar em sede própria, no Campus da Pampulha.

 

Faculdade de Letras (desde 1983)


Quando de sua fundação, a Faculdade de Letras era estruturada em quatro departamentos: Departamento de Letras Vernáculas, Departamento de Letras Clássicas, Departamento de Letras Românicas e Departamento de Letras Germânicas.


Em outubro de 1978, deu-se o desmembramento do Departamento de Letras Vernáculas, com a criação do Departamento de Linguística e Teoria Literária. Mais uma mudança na estrutura departamental da Faculdade foi implantada em 1988, com o desmembramento do Departamento de Linguística e Teoria Literária em dois departamentos: Departamento de Linguística e Departamento de Semiótica e Teoria da Literatura. Em 1995, foi alterado o nome do Departamento de Letras Germânicas para Departamento de Letras Anglo-Germânicas, mantendo-se inalterada a sua constituição.


Em 7 de novembro 2002, foi aprovado pelo Conselho Universitário da UFMG o Regimento da Faculdade de Letras (Resolução 12/2002) que aboliu a estrutura departamental no âmbito da Unidade. Essa nova estrutura, inédita no âmbito das IFES brasileiras, foi concebida a partir da aprovação do novo Estatuto da UFMG, em vigor desde 5 de julho de 1999, que faculta as suas unidades acadêmicas a opção por organizações diferentes da estrutura departamental. A nova estrutura da Faculdade de Letras foi implantada em 14 de março de 2003.


Em 1994, o Curso de Pós-Graduação em Letras foi desmembrado em dois novos cursos: Curso de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos e Curso de Pós-Graduação em Letras-Estudos Literários. Os dois cursos foram alçados à condição de "programas" em 1998, resultando desse ato os atuais Poslin (Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos) e Pós-Lit (Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários). Em 2013, foi criado o ProfLetras (Programa de Mestrado Profissional em Letras). Também em 2013, alcançamos o patamar de 2.000 dissertações e teses produzidas na FALE, no âmbito dos seus programas de Pós-graduação.


Na graduação, alcançamos em 2013 o patamar de 8 mil alunos formados em Letras desde a criação do Curso, em 1941.
 

FONTES HISTÓRICAS
 

ALETRIA. Belo Horizonte: PÓS-LIT/UFMG, v. 18, jul-dez 2008.

ANUÁRIO da Faculdade de Filosofia da Universidade de Minas Gerais – 1939-1953. Belo Horizonte, junho de 1954.

HADDAD, M. de L. A. Faculdade de Filosofia de Minas Gerais; raízes da ideia de universidade na UMG. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação da UFMG, Belo Horizonte, 1988.

LEÃO, A. T. V; J. J. Mafra; S. M. da Silva (orgs). José Lourenço de Oliveira: legado e testemunhos. Belo Horizonte: FALE e Ed. Peirópolis, 2006.

MENDES, E. A. M; V. E. D. B. B. Ibler; P.M Oliveira (orgs). Revisitações: 30 anos da Faculdade de Letras. Belo Horizonte: Faculdade de Letras, 1999.

UMG- Relatório do ano letivo de 1941. Belo Horizonte, s/d.

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 DIRETORES DA FALE (desde 1969)

Ângela Tonelli Vaz Leão

1969 a 1973

 

Nascida em Formiga (MG) em 1922. Concluiu o curso de Letras em 1949 na UFMG. Também na UFMG, defendeu tese de Livre-docente em 1959 e foi agraciada com o título de Professora Emérita desta Faculdade em 1990, onde atuou como professora e pesquisadora de 1959 a 1987. Foi fundadora e primeira Diretora da Faculdade de Letras, criada a partir da extinção do Departamento de Letras da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da UFMG. No cenário nacional, ocupou o cargo de presidente da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN), 2ª diretoria, gestão 1973-1975. Foi agraciada com diversos prêmios e distinções ao longo da carreira, algumas de nível nacional e internacional: Grau de Officier des Palmes Académiques, Condecoração do Governo Francês (1971); Medalha de Ouro Santos Dumont, Governo do Estado de Minas Gerais (1986); Ordem Nacional do Mérito Científico, categoria Grão Cruz, Presidência da República - Ministério da Ciência e Tecnologia (1998); Medalha Mendes Pimentel, Universidade Federal de Minas Gerais (2012). Publicou diversos livros, artigos, e capítulos de livros, com destaque para as obras voltadas para a literatura medieval, a estilística e a poesia mineira moderna. É Professora Titular da PUC-MG.

Vice-Diretor: Wilton Cardoso de Souza

 

 

Iria Maria Renault de Castro e Silva

1974 a 1978

 

Belohorizontina, a Professora Iria fez seus estudos fundamentais no Ginásio Nossa Senhora de Sion e no Colégio Estadual de Minas Gerais. Sua formação de nível superior aconteceu na Faculdade de Letras, onde se graduou em Letras Neolatinas em 1961 e posteriormente alcançou a Livre Docência em 1963 também pela UFMG. Atuou como professora de língua e literatura italianas, entre 1960 e 1983, tempo em que se dedicou também a outras tarefas acadêmicas, como a pesquisa e a publicação de manuais didáticos de língua italiana.

Vice-Diretora: Maria Luiza Ramos

  

 

 

 

 

 

Eunice Dutra Galéry

1978 a 1982

 

Nasceu no dia 1º de abril, o que sempre lhe fez rir. Foi professora de francês na Faculdade de Letras da UFMG por muitos anos, até sua aposentadoria, em 1992. Junto com uma professora de outra Universidade mineira (UFOP), na época (fim dos anos 1980), deu novo vigor à Associação de Professores de Francês, quando esta estava um pouco esquecida. Fez seu doutorado na USP/SP: foi quando conheceu o Professor Bernard Aubert, que liderava um grupo de Francês Instrumental, do qual ela e a supracitada colega começaram a fazer parte, divulgando em Minas esta nova metodologia. A República francesa reconheceu seus esforços pela divulgação do francês em Minas e no Brasil e lhe concedeu uma importante e merecida condecoração: les Palmes Académiques. Por fim, Eunice interessou-se pela pesquisa em Análise do Discurso: foi ela quem trouxe o Professor Patrick Charaudeau e sua nova teoria Semiolinguística pela primeira vez a UFMG. Profissional de ampla inteligência nunca teve dificuldades em passar dos estudos literários para os estudos linguísticos, sabendo conjugá-los com harmonia e graça. Ressalte-se ainda, em suas pesquisas o papel central da Psicanálise. Foi ainda escritora e poeta.

Vice-Diretora: Cleonice Pais Mourão

 

 

Johnny José Mafra

1982 a 1984

 

Mineiro de Sabinópolis, o Professor Johnny fez seus estudos fundamentais no Seminário Provincial do Sagrado Coração de Jesus, em Diamantina/MG. Sua carreira acadêmica de nível superior realizou-se na própria Faculdade de Letras, onde obteve o grau de licenciado em Letras Clássicas em 1961 e o doutoramento em Latim no ano de 1971. Atuou como professor de língua e literatura latinas, de 1971 a 1996, tempo em que também desempenhou, entre outras funções administrativas, a de Chefe do Departamento Letras Clássicas e a de Diretor da Faculdade de Letras. Escreveu diversas obras sobre língua e cultura latina.

Vice-Diretora: Maria da Conceição Magalhães Vaz de Melo

 

 

 

 

 

 

Maria da Conceição Magalhães Vaz de Melo

1984 a 1986

 

Nascida em 1939 na cidade de Belo Horizonte, formou-se em Letras Anglo-Germânicas pela antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da UFMG, predecessora da FALE, em 1962. Fez o Mestrado em Letras também na FALE em 1982, tendo complementado sua formação na “Université de Langues et Lettres”  de Grenoble, França. Participou, nos Estados Unidos, de um programa de formação de professores.  No ensino secundário, foi docente da Escola Estadual "Gov. Miltom Campos" - Belo Horizonte. Exerceu o cargo de Inspetora de Ensino Superior do Conselho Estadual de Educação. Na Faculdade de Letras da UFMG, foi docente nos cursos de Pós-graduação em Letras. Atuou como vice-diretora e, no período 1984-1986, exerceu a diretoria da Faculdade de Letras.

Vice-Diretora: Vanda de Oliveira Bittencourt

  

 

 

 

Melânia Silva Aguiar

1986 a 1990

 

Graduou-se no Curso de Letras Neolatinas da UFMG em 1962. Defendeu o doutorado em Literatura Brasileira também pela Faculdade de Letras da UFMG em 1973. Realizou estágio de Pós-doutorado em 1993, pela Sorbonne Nouvelle, Paris III, e em 1994, pela Universidade de Lisboa. Realizou, com sucesso, concurso para Professora Titular de Literatura Brasileira na FALE em 1991. Foi agraciada com a Medalha Santos Dumont, pelo Governo do Estado de Minas Gerais, em 1995, e com a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek, também pelo Governo do Estado de Minas Gerais, em 2009. Após a aposentadoria na UFMG, passou a desenvolver atividades de ensino e pesquisa na PUC-Minas na área de Literatura Brasileira com foco na literatura produzida em Minas Gerais.

Vice-Diretora: Maria Lúcia Brandão Freire de Mello

 

 

 

 

Jacyntho José Lins Brandão

1990 a 1994

 

Nasceu em Rio Espera (MG), em 1952. Ainda criança, mudou-se para Belo Horizonte. Graduou-se em Letras pela FALE (1977) e doutorou-se em Letras Clássicas pela Universidade de São Paulo (1992). Foi por duas vezes Diretor da Faculdade de Letras. No intervalo entre um exercício e outro foi Vice-Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (1994-1998). Atualmente é Professor Titular de Língua e Literatura Grega. Foi Professor Visitante na Universidade de Aveiro (Portugal, 1998-1999) e na Universidad Nacional del Sur (Bahía Blanca, Argentina, 2001), bem como Directeur d'Études Invité na École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris, França, 2001). Seus principais trabalhos são na área de literatura grega, com as obras A poética do hipocentauro, A invenção do romance e Antiga Musa, e de língua grega, com a obra Helleniká: introdução ao grego antigo. Sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC), exerceu os cargos de Presidente (1991-1993), Secretário Geral (1985-1987) e Tesoureiro (2004-2005); presidente emérito do Comitê Brasileiro para a Reunificação das Esculturas do Partenon, fundado em 25 de março de 2006 promoveu os estudos clássicos dentro e fora do país. Como escritor, publicou dois romances: Relicário O fosso de Babel, além da peça de teatro Que venha a Senhora Dona, primeiro lugar no Concurso da Fundação Clóvis Salgado, 1981. Traduziu Luciano e Píndaro, entre muitos dos antigos, e François Hartog, entre muitos dos modernos.

Vice-Diretora: Maria Eneida Victor de Faria

  

 

Rosângela Borges Lima

1994 a 1998

 

Nascida em Paracatu (MG), em 1954, graduou-se em Letras - Português pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1977. A partir desse ano, passou a exercer o magistério na Sociedade Educacional Champagnat (1977-1979), no Colégio Pio XII (1980-1981) e na Escola Estadual Romualdo José da Costa (1981-1984). Em 1984, obteve o grau de Mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais, e, em 2003, o grau de Doutor pela mesma Universidade. De 1984 a 2003 pertenceu ao corpo docente da Faculdade de Letras da UFMG, tendo se aposentado na classe de Professor Adjunto. Atuou, também, de 1990 a 2008, como professora de Língua Portuguesa do Curso de Especialização latu senso da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Durante sua carreira no magistério superior, na Faculdade de Letras, foi Coordenadora do Núcleo de Pesquisa de Língua Portuguesa (1987-1990), Coordenadora do Setor de Língua Portuguesa (1987-1990), Chefe do Departamento de Letras Vernáculas (1993-1994) e Diretora da Faculdade de Letras. Atualmente, exerce os cargos de Professora da Faculdade CECAP, no Paranoá-DF, e Revisora da Coordenadoria Acadêmica do CESPE-UnB, também em Brasília.

Vice-Diretora: Prosolina Alves Marra

  

 

Eliana Amarante de Mendonça Mendes

1998 a 2002 e 2002 a 2006

 

Nascida em Belo Horizonte (MG), graduou-se em Letras Português/Alemão pela Faculdade de Letras (FALE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1973. Doutora em Filologia e Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (1991), concluiu o pós-doutorado na Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2009. Docente da FALE∕UFMG desde 1974, atuou como professora de Língua Alemã (1974-1993) e vem atuando, desde 1993, na área de Língua Portuguesa, vinculada à Graduação e ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (PosLin). Professora Titular desde 2011, integra as linhas de pesquisa “Análise do Discurso e Textualidade” e “Textualização em Língua Portuguesa” do PosLin. Ao longo de sua trajetória, já desempenhou diversas funções acadêmicas e administrativas na FALE, responsabilizando-se por diversas Coordenações (Laboratório de Tradução, 1983-1985; Curso de Português para Estrangeiros do CENEX, 1996 etc.), respondendo por Chefias de Departamento (de Línguas Anglo-Germânicas, 1991-1993; de Línguas Vernáculas, 1995-1996) e exercendo o cargo de Diretora por dois mandatos consecutivos.

Vice-Diretora: Veronika D.E.B. Benn-Ibler

  

 

Jacyntho José Lins Brandão

2006 a 2010

 

Nasceu em Rio Espera (MG), em 1952. Ainda criança, mudou-se para Belo Horizonte. Graduou-se em Letras pela FALE (1977) e doutorou-se em Letras Clássicas pela Universidade de São Paulo (1992). Foi por duas vezes Diretor da Faculdade de Letras. No intervalo entre um exercício e outro foi Vice-Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (1994-1998). Atualmente é Professor Titular de Língua e Literatura Grega. Foi Professor Visitante na Universidade de Aveiro (Portugal, 1998-1999) e na Universidad Nacional del Sur (Bahía Blanca, Argentina, 2001), bem como Directeur d'Études Invité na École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris, França, 2001). Seus principais trabalhos são na área de literatura grega, com as obras A poética do hipocentauro, A invenção do romance e Antiga Musa, e de língua grega, com a obra Helleniká: introdução ao grego antigo. Sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC), exerceu os cargos de Presidente (1991-1993), Secretário Geral (1985-1987) e Tesoureiro (2004-2005); presidente emérito do Comitê Brasileiro para a Reunificação das Esculturas do Partenon, fundado em 25 de março de 2006 promoveu os estudos clássicos dentro e fora do país. Como escritor, publicou dois romances: Relicário O fosso de Babel, além da peça de teatro Que venha a Senhora Dona, primeiro lugar no Concurso da Fundação Clóvis Salgado, 1981. Traduziu Luciano e Píndaro, entre muitos dos antigos, e François Hartog, entre muitos dos modernos.

Vice-Diretor: Wander Emediato de Souza

 

 

Luiz Francisco Dias

2010 a 2014

 

Nascido em Salinas (MG), em 1961, licenciou-se em Letras pela Universidade Federal de Viçosa (MG) em 1985, e defendeu tese de doutorado na UNICAMP (SP) em 1995. Atuou durante 17 anos na Universidade Federal da Paraíba, onde criou o Programa de Pós-graduação em Linguagem e Ensino. Ingressou na UFMG em 2002, ocupando o cargo de Coordenador do Programa de Pós-graduação em Estudos Linguísticos, de 2007 a 2009, antes de assumir a Direção da Faculdade. Exerceu o cargo de Secretário-executivo da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN) entre 2005 e 2007 e atuou como membro titular do Conselho da Associação Nacional de Pós-graduação em Letras e Linguística (ANPOLL), no período de 2006 a 2010. Como Diretor da Unidade, criou o Centro de Memória da FALE e promoveu a criação do Programa de Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS). É pesquisador bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Vice-Diretora: Sandra Maria Gualberto Braga Bianchet

 

 

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 CURSOS


A Faculdade de Letras oferece cursos em nível de Graduação, Pós-Graduação e Extensão.

Em nível de Graduação, a FALE oferece 12 habilitações nas modalidades Licenciatura e Bacharelado, nos turnos diurno e noturno. .
Detalhes:
Colegiado de Graduação

Contamos com dois Programas de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Estudos Lingüísticos ( mestrado, doutorado e especialização em Inglês) e Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários (mestrado e doutorado) As aulas de Pós-Graduação são oferecidas no turno da tarde.
Informações:
Poslin
Poslit

Através de seu Centro de Extensão (CENEX), a Faculdade de Letras oferece para a comunidade, intra- e extra-muros, cursos de extensão de línguas estrangeiras modernas – alemão, italiano, inglês, francês, espanhol e japonês – além dos cursos de línguas clássicas – grego e Latim – e português para estrangeiros.
Informações:
Cenex

 

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Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais
Av. Antônio Carlos, 6627 Pampulha - Belo Horizonte/MG - CEP: 31270-901