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VENCEDORES
Melhor Obra na Escolha do Público
Era uma vez...
Ficção, 2006, cor, 9'40" Direção: Giselle Werneck, Guilherme Reis e Byron O'Neill Sinopse: Era uma vez a noite escura e uma fada triste que esperava o ônibus passar... Lúmen Animação, 2007, cor, 3'53" Direção: Wiliam Salvador Santos Sinopse: Um inventor em crise tem uma idéia que parece ser a solução perfeita para seus problemas. Melhor Obra na Categoria Ficção
Normal
Ficção, 2007, cor, 15'. Direção: Márcia Vieira e Tadeu Albergaria Sinopse: Era um dia normal, como outro qualquer, na vida de Dorval, até ele notar que seus desejos mais íntimos parecem se realizar. Mas as coisas não são bem o que parecem. Tudo pode mudar em um segundo. Melhor Obra na Categoria Documentário
Língua de brincar
Documentário, 2006/2007, cor, 125' Direção: Lúcia Castello Branco e Gabriel Sanna Sinopse: Uma carta, escrita por Lúcia para Manoel de Barros, traçará o caminho de uma viagem, feita por Gabriel, Rafael, João e Júlia, ao encontro do poeta, percorrendo, sobretudo, a paisagem da palavra. Tal paisagem será recortada por uma outra - a dos leitores de Barros -, focalizados, por meio de seus depoimentos, sob a lente do afeto e da amizade. Tomada em sua dimensão de encontro, a poesia vai compondo, no decorrer da viagem, o retrato de Manuel de Barros: "retrato do artista quando coisa". Melhor Obra na Categoria Animação
Lúmen
Animação, 2007, cor, 3'53" Direção: Wiliam Salvador Santos Sinopse: Um inventor em crise tem uma idéia que parece ser a solução perfeita para seus problemas. Melhor Obra na Categoria Vídeo-poema
Belo Horizonte que chove
Vídeo-Poema, 2007, cor, 13' Direção: Rodrigo Nascimento Sinopse: A capital mineira faz justiça a seu nome, oferecendo aos moradores da capital mineira um belo horizonte, marcado pela Serra do Curral. Todo verão é igual (porque sempre chove) e a chuva passa a fazer parte dessa paisagem. Melhor Obra na Categoria Experimental
Crisálidas
Experimental, 2006, cor, 7'15". Direção: Fernando Mendes Sinopse: Era uma vez... uma doce e inocente menina que vivia sob a cruel tirania de sua madrinha malvada. Isso, pelo menos, é o que somos levados a crer, ao adentrar o universo fantasioso e obscuro de Ana. Vivendo trancada em casa com a madrinha, a menina brinca com seu artifício mais poderoso e livre de amarras: a imaginação. Embalados por uma ingênua cantiga infantil, somos levados a seguir pelos labirintos concebidos em suas fantasias, entre jogos de terror e desejos ocultos. Menção Honrosa
Ausência
Experimental, 2007, p&b/cor, 11'50". Direção: Cássio Lignani e Leonardo Rocha Sinopse: Ao elucidar sua ausência física e psicológica, a personagem, interpelada por outra figura dramática, questiona valores e pensamentos. O filme é resultado da pesquisa estética que resulta de um processo colaborativo entre atores e direção. Eu sou como o polvo Experimental, 2006, cor, 4'. Direção: Sávio Leite Sinopse: Fragmentos de memória sobre Lourenço Mutarelli, considerado um dos melhores desenhistas brasileiros da atualidade. |